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terça-feira, 22 de março de 2011

COMER CARNE É CULTURAL? Vale a pena sacrificar os animais?

Sujeitar os animais a situações incrivelmente horrorosas usando como justificativas fatores “biológicos”, “evolutivos”, e “nutricionais” é tão válido cientificamente quanto os argumentos que justificaram por séculos (e ainda persistem em alguns lugares) a escravidão dos negros, a perseguição aos judeus, a descriminação das mulheres, a proibição religiosa da doação de órgãos, medula, transfusão de sangue, métodos contraceptivos, etc…

Comer carne é cultural. Dá ao ser humano, que antes era limitado ao branco, europeu, rico (tudo no masculino), a sensação de controlar as outras espécies que compartilham a vida neste planeta. A mesma sensação que sustenta os fanatismos religiosos, a opressão de regimes absolutistas e surtos de histeria coletiva que acabam em manchetes sangrentas e escandalosas no nosso dia-a-dia de banalização moral.
O corpo humano foi desenvolvido para alimentar-se de praticamente tudo que existe no planeta. Isso é adaptação. Significa que se um ser humano precisar matar e alimentar-se de outro para sobreviver, será possível. Possível, não necessário. Em certas culturas isso é cotidiano. Tem sentido próprio e reconhece que a fisiologia humana é muito mais adaptada a dietas vegetarianas (faça a comparação entre as mandíbulas, intestinos, PH estomacal, mãos, faro, glândulas digestoras e hábitos sociais de um leão e de um cavalo).

Comer carne não se limita a comer carne. Seria como concordar com as profecias bíblicas que condenam 90% dos costumes ocidentais e sair por aí matando em nome de Deus, dizendo que não se trata de assassinato, mas de “fé”.

Aliás, deixar de comer carne também é cultural. Em grande parte dos lugares onde não existe o hábito de alimentar-se de animais mortos (ou vivos), existe um surpreendente teor de consciência ecológica e respeito à vida. Em outros lugares, como é o caso do Brasil (o maior exportador de carne de todo o mundo), vai ser difícil alcançar esse nível, mas ele não é necessário, porque a outra parte de não comer carne trata-se mais de inteligência do que de cultura.

Enquanto ficamos por aí debatendo sobre a reforma agrária, as invasões do MST, o latifundiarismo, a miséria, a fome, a subnutrição, a devastação das florestas, as queimadas, a concentração de renda, a capitalização internacional de riquezas e o descaso com o meio ambiente, esquecemos de que o consumo de carne está por trás disso

A população bovina no Brasil (cerca de 200mi) é maior que a população humana (cerca de 190mi), isso sem contar as aves, suínos e caprinos “cultivados” para corte. Os cereais usados para alimentar este rebanho colossal seria mais do que suficiente para alimentar a população humana da América Latina. Os pastos usados tanto na criação de gado de corte quanto no cultivo agrícola para alimentá-los seriam mais do que o necessário para garantir que todo brasileiro tivesse um pedaço considerável de terra para morar – ou continuariam a exercer seu vital papel no equilíbrio ambiental do planeta como florestas tropicais.
Da água doce que se encontra disponível para uso do ser humano no planeta (menos de 0,03% da água superficial da Terra), 80% é usada para fins agrícolas. Escovar os dentes com a torneira aberta não é nada, nada mesmo, comparado a comer carne.

Comer carne é cultural. E reflete a cultura de um povo que pensa a curto prazo, usando indiscriminadamente recursos naturais, condenando o futuro e falsificando consciência sustentável, revelando-se completamente egoísta, alheio às necessidades das pessoas ao redor.

A violência é cultural. Animais que se alimentam de carne são violentos, territorialistas, hostis ao convívio próximo de outras espécies. Ou dominam ou são dominados. A sobrevivência dos animais carnívoros depende disso. A sobrevivência do ser humano não!
Como esperar que um povo compreenda o absurdo de condenar milhões de vidas inocentes à dor e sofrimento? É cultural. Soa cármico. Em algum lugar deve estar escrito, sob assinatura de forças divinas, que quem não tem dinheiro (e isso inclui animais humanos e não-humanos) nasceu fadado e condenado à gula mercenária desse estranho animal que mata e deixa morrer por prazer.


Pense nisso!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nutrição: CÃES & GATOS



As necessidades nutricionais do seu cão e do seu gato  alterar-se-ão à medida em que seu filhote for se tornando  adulto. É por isto que os especialistas em nutrição de animais de estimação da  NESTLÉ  desenvolveram uma variedade de fórmulas nutricionalmente: 



Com base na idade e estado corporal de um animal, uma categoria de alimentos com a nutrição apropriada para atender estas necessidades variáveis é indicada na Árvore de Decisões.
Tais categorias são descritas com base no nível de nutrientes que elas contêm. São estes nutrientes que são importantes para o crescimento apropriado e uma saúde contínua do cãozinho ou gatinho.
 
Como veterinário,  recomendo a linha Nestlé aos seus animais, faça uma visita e poderei indicar a melhor ração de acordo com seu pet, peso, idade e raça.
 
As melhores rações para seu cão: 

 




  E as melhores rações para seu gato:
 

A Nestlé Purina acaba de renovar sua linha de biscoitos Dog Chow.


A Nestlé Purina acaba de renovar sua linha de biscoitos Dog Chow.
 Dois novos sabores estão disponíveis no mercado: o Doguitos T-Bone e Doguitos

Informações:
DOGUITOS® Rolinho de Carne é feito com carne fresca e possui um sabor que os cães adoram! Ofereça DOGUITOS® Rolinho de Carne ao seu cão para demonstrar o quanto você gosta dele. Certamente ele reconhecerá o seu carinho!

DOGUITOS® Rolinho de Carne pode ser também utilizado no treinamento ou como recompensa quando seu cão se mostrar obediente.

Pode ser oferecido a cães de todos os portes e idades.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Indicação de melhor ração para cães filhotes:

Para alguns filhotes de cães, pedaços grandes de alimento são difíceis de engolir. É para eles que desenvolvemos Science Diet® Puppy Small Bites. Pedaços menores de alimento são mais fáceis de mastigar e fornecem os nutrientes essenciais....

Descrição do produto


Science Diet Puppy Small Bites tem um kibble menor e é mais fácil de mastigar, além conter todos os nutrientes essenciais que os filhotes de cão precisam. É Uma combinação perfeita de saborosos ingredientes que vão ajudar os filhotes a ter um corpo forte e saudável. É enriquecido com DHA natural, um ácido graxo ômega-3, essencial para o desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso dos filhotes. É recomendado também para cadelas prenhas ou lactantes.

Principais Benefícios:Desenvolvido para suprir o maior consumo de energia de cães até 12 meses de idade, e cadelas prenhas ou em fase de amamentação.

Enriquecido com DHA natural, elemento importante no desenvolvimento do cérebro e da visão.
Uma combinação de poderosos antioxidantes fortalece o sistema imunológico, proporcionando a seu filhote de cão um começo de vida saudável.
Puppy é apresentado em dois tamanhos de kibble: Original e Small Bites no sabor Lamb Meal & Rice Formula, que agrada a todos os paladares
Proteção dentária diária para manter os dentes limpos e o hálito fresco
Conservado por métodos naturais.
Sabor excelente. Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.

Ingredientes:Milho integral moído, farinha de subprodutos de frango, farelo de soja, gordura animal estabilizada, quirera de arroz, farelo de glúten de milho, hidrolisado de frango e/ou subprodutos, polpa cítrica, semente de linhaça, óleo de soja, conservado com BHT e BHA, minerais (fosfato bicálcico, cloreto de sódio, cloreto de potássio, sulfato ferroso, óxido de zinco, sulfato de cobre, óxido de manganês, iodato de cálcio, selenito de sódio), betacaroteno, vitaminas (cloreto de colina, vitamina A, vitamina D3, vitamina E, L-Ascorbil-2-polifosfato (fonte de vitamina C), niacina, mononitrato de tiamina, pantotenato de cálcio, hidrocloreto de piridoxina, riboflavina, ácido fólico, biotina, vitamina B12).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Água para cães e gatos.



Cuidar do seu animalzinho com boa ração e água é fundamental para mantê-lo saudável e feliz. Mas ao contrário do que muitos pensam, água mineral não é a mais indicada para cães e gatos, pois pode causar cálculo renal.

Alguns cachorros, principalmente os de raças pequenas, têm tendência a formar pequenas pedrinhas que podem se instalar no trato urinário. Para prevenir essa doença, alguns cuidados são necessários.
 A médica veterinária Andrea Cristina Meirelles, professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) de Toledo, comenta que o ideal é que cães e gatos bebam água filtrada, preferencialmente de filtro de barro. “Não é bom dar água mineral todos os dias para cachorros e gatos, porque pode ajudar na formação de pedras nos rins e vias urinárias.”
Isso vale para cães que possuem predisposição a desenvolver doenças renais, como os das raças dachshund, dálmata, poodle, maltês, lhasa e yorkshire terrier. Para os felinos, a freqüência é maior em animais que foram castrados.
Além da água, a comida também pode ajudar na produção de cálculo no organismo do animal. “Excesso de proteínas e comida muito seca também causam cálculo. Por isso é bom, tanto para cães quanto para gatos castrados, variar um pouco a alimentação com aquelas comidas em latinha”, explica Andrea. Água da torneira também pode ser usada, desde que seja tratada e não esteja contaminada.




Qual a melhor alimentação para seu gato?

Qualquer mudança na alimentação, mesmo que seja só de marca de ração, deve ser feita de forma gradativa. Mudanças bruscas de alimentação podem causar diarréia.
Os gatos que tem livre acesso a comida podem comer de 10 a 20 pequenas refeições diariamente. Sua dieta requer um alto nível de gordura e proteína se comparados com os cães, e doses extras dos aminoácidos taurina, arginina, cisteína e metionina.
Gatos não podem comer chocolate, porque contém ácido oxálico que impede a absorção de cálcio. Além disso contém teobromina, um alcalóide tóxico para felinos. Aliás, gatos são muito sensíveis a várias substâncias, então nunca dê nenhum alimento ou medicamento antes de consultar seus veterinário.
Mantenha sempre a higiene dos comedouros e bebedouros. Use os mais pesados para que não virem com facilidade, coloque folhas de jornal por baixo dos pratos, para evitar que deslizem e também facilitar a tarefa de limpeza. Evite o uso de comedouros e bebedouros plásticos.
Os gatos, como as pessoas, possuem gostos diferentes, é comum que alguns não aceitem alimentos que outros gatos adoram. Procure descobrir qual o alimento que seu gato mais aprecia. As preferências alimentares dos gatos irá depender do odor do alimento, textura e saúde do gato. O ambiente também influencia o apetite do gato. Luz, barulho, presença ou ausência de pessoas ou animais, tipo de limpeza do comedouro e bebedouro, são fatores que afetam.
Não alimente seu gato em excesso. Alimentar bem não é alimentar demais. Uma boa alimentação é formada por quantidade suficiente de alimentos, com todos os elementos nutricionais necessários ao bom funcionamento do organismo dos gatos.
Os gatos têm deficiência de algumas enzimas, o que os tornam incapazes de sintetizar determinados nutrientes no organismo. Eles têm que ser fornecidos pré-formados na dieta, como a Vitamina A, o Acido Aracdônico e Taurina.
Os gatos necessitam de boa quantidade de proteínas e gorduras (carnes, peixe, aves, vegetais, soja). Precisam também de hidratos de carbono, sais minerais e vitaminas. Os gatos domésticos precisam de água fresca sempre disponível, principalmente os que se alimentam de ração seca. Já os gatos selvagens bebem pouca água. A carcaça das presas que come possuem 70% de água.
A grama (ou verde), é elemento importante na alimentação dos gatos. No ambiente selvagem, ingerem alimentos verdes junto com a presa. O verde contém vitaminas e ajuda no bom funcionamento do aparelho digestivo. Já a taurina, é um produto final do metabolismo de 2 aminoácidos. Está envolvida na formação e funcionamento da retina e nos gatos também com a formação de sais biliares. Sua deficiência resulta em degeneração da retina e cegueira. Essas alterações demoram longo tempo para ocorrer, cerca de 1 ano com uma dieta insuficiente em Taurina.
Diferente dos outros animais, os gatos não conseguem sintetizar a Taurina.

Ração em lataTêm a vantagem do sabor e umidade, mas é mais cara do que a seca, contribui para a formação de tártaro nos dentes, dá mau-hálito, fezes com mau cheiro, podem ocasionar gases e fezes moles. Se estragam com mais facilidade quando deixadas no prato, e os pratos devem ser lavados todos os dias. Recomendada para animais que necessitam de reposição de líquidos, animais com inapetência. Ração SecaOs gatos alimentados com ração seca necessitam de mais água, têm menos tártaro nos dentes, é mais barata e deixa menos cheiro na boca e nas fezes. Os pratos permanecem limpos e a ração não estraga com facilidade e as fezes ficam firmes.
LeiteVocê até pode dar pequenas quantidades de leite ao seu gato, mas atenção porque muitos gatos têm intolerância à lactose e podem ter diarréia.
Sobras de comidaEvite dar sobras da sua comida. Os alimentos para humanos podem provocar diarréias, tártaro e outros males. Além disto, não fornecem a nutrição correta.
OssosNão há problemas em dá-los ao seu gato, desde que sejam grandes e não soltem lascas, como os de boi. NUNCA dê ossos de galinha ou de porco.
CarneA carne não faz mal, mas você não deve substituir a ração pela carne porque ela não possui todos os ingredientes importantes para o seu gato.
FígadoO fígado é muito nutritivo, mas de oferecido diariamente ou em grandes quantidades pode intoxicar seu gato por vitamina A e causar diarréia.
Suplementos vitamínicos e mineraisSe seu gato tem alimentação balançeada e come ração regularmente, não precisa de suplementos.
Peixe CruAlguns peixes crus podem causar deficiência de Tiamina. Os peixes crus possuem Tiaminase, que destrói a Tiamina Vit B1. O calor do cozimento, destrói a Tiaminase presente na carne do peixe.

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!