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terça-feira, 12 de abril de 2011

Controle de pulgas e carrapatos - siga as orientações :

Ponto importantíssimo: O controle de carrapatos e pulgas não deve ser feito apenas no animal, mas também no ambiente.

Entre em contato conosco, para uma melhor orientação  (11) 2969-8527


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Os carrapatos são aracnídeos (da mesma família das aranhas) que parasitam a pelagem de inúmeros animais, dentre eles, cães e gatos. O tamanho e a coloração dos carrapatos variam conforme sua espécie. Comparados às pulgas, são quase sempre maiores e se movimentam bem mais vagarosamente. Os carrapatos se fixam na pele do animal e ali permanecem, sugando o sangue, podendo provocar anemia, que varia de simples a gravíssima e pode até provocar a morte do animal. Através de sua picada, ele pode transmitir doenças como a babesiose e a erliquiose, que, se não diagnosticadas e tratadas correta e rapidamente, podem levar a outras doenças e até mesmo a morte. Quando o carrapato se fixa na pele do animal, ele também pode provocar uma reação alérgica. Assim como acontece com as pulgas, o controle de uma infestação por carrapatos deve ser feito no ambiente e no animal. Em casos em que a infestação ambiental seja grave, o ideal é que se contrate uma empresa dedetizadora especializada (esta recomendação é válida para infestações por qualquer parasita). No animal, o controle também é feito com produtos à base de fipronil ou imidacloprida + permetrina, em aplicações mensal, pergunte ao seu médico Veterinário.



As pulgas são pequenos insetos, de coloração marrom, que parasitam a pele de cães e gatos. Elas são desprovidas de asas, mas sabem pular com grande perfeição, devido à conformação de suas patas. Geralmente, ao serem encontradas na pelagem do animal, elas estão se movimentando rapidamente, o que muitas vezes impede sua identificação. Outra forma de perceber a presença desses pequenos insetos é através das suas fezes (pequenos grãos parecidos com areia preta) deixadas por eles. As pulgas sugam o sangue do animal, podendo, em casos graves, provocar anemia (diminuição o número de células vermelhas do sangue). Elas também podem transmitir doenças como a dipilidiose, uma enfermidade do trato gastrointestinal. Além disso, nos gatos, podem transmitir a micoplasmose, uma enfermidade sangüínea. A saliva da pulga possui substâncias alergênicas ou irritantes, que podem provocar, em cães e gatos (que forem predispostos) uma alergia, à qual chamamos dermatite alérgica à picada de pulga. O controle deve ser feito tanto no ambiente (onde as pulgas passam parte de suas vidas), quanto no animal. No ambiente, o controle é feito com produtos especializados, vendidos em lojas agropecuárias. No animal, o ideal é usar produtos à base de fipronil, vendidos em forma de gel, que devem ser aplicados a cada 3 meses, ou à base de imidacloprida, que devem ser aplicados mensalmente. O banho com xampu anti-pulgas não alcança bons resultados, pois esses xampus, assim como a maioria dos talcos antiparasitários, geralmente não provocam a morte da pulga nem do carrapato.


Se alguém reclamar do afeto entre as crianças e seu animalzinho...seria bom ler aqui


                  




Alguns fatos que devem ser considerados importantes:

  1. A criança que convive com animais, é mais afetiva, repartindo suas coisas, é generosa e solidária, demonstra maior compreensão dos fatos, é crítica e observadora, se sensibiliza mais com as pessoas e as situações.
  2. Apresenta autonomia, responsabilidade, preocupação com a natureza, com os problemas sociais, desenvolve boa auto-estima.
  3. Relaciona-se com desembaraço com os amigos, tornando-se mais sociável, cordial e justa. Sabe respeitá-los.
  4. Desenvolve sua personalidade de maneira equilibrada e saudável, sem mais facilidade para lidar com a frustração, liberta-se do egocentrismo.
  5. Desde os cuidados com aquela planta do vaso da sala aos cuidados com o bichinho que escolheu para ser seu, a criança está desenvolvendo uma nova consciência, onde o meio-ambiente, as questões ecológicas do momento e as questões sociais, políticas e econômicas do mundo, sob uma outra ótica, contará com a colaboração de verdadeiros cidadãos.





segunda-feira, 4 de abril de 2011

Gleisi Hoffmann defende veterinários em núcleo de saúde da família

Em discurso a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) anunciou seu apoio à demanda dos médicos veterinários pela inclusão de um profissional da categoria no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), estratégia do Ministério da Saúde para atenção básica à saúde da população.
O Nasf, explicou a senadora, atende a população em diversas especialidades, como assistência social, nutrição, psicologia, pediatria, ginecologia, fisioterapia, fonoaudiologia, educadores físicos, além de práticas complementares, como fitoterapia e acupuntura, mas não conta com um médico veterinário, profissional a seu ver essencial para colocar em pratica o conceito de que, para as doenças, não há separação entre o homem, os animais e o meio ambiente.
Essa abordagem faz parte de estratégia chamada “Um Mundo, Uma Saúde”, elaborada por quatro organismos internacionais: Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Para Gleisi, em 2011, ano em que a profissão de médico veterinário celebra 250 anos de existência, seria uma justa homenagem atendê-los nessa demanda, que, a seu ver, significa dotar de melhores possibilidades de atendimento a sociedade brasileira.


Fonte: Agência Senado

Não é aconselhável dar leite de vaca a um gatinho!



Nos filmes, os gatos adoram uma enorme taça de leite frio…e na vida real também! Mas a verdade é que, e mesmo parecendo um contra senso, o leite pode fazer-nos mais mal do que bem! Descubra as indicações e contra-indicações do leite para gatos.
Nas primeiras semanas de vida, os gatinhos dependem do leite materno para sobreviverem e para se desenvolverem rapidamente. Recheado de proteínas, gorduras e anticorpos essenciais para o seu crescimento (ai que saudades do leitinho da mamã!), não precisam de qualquer outro alimento até às quatro semanas de vida aproximadamente.

Não é aconselhável dar leite de vaca a um gatinho! Mesmo que algo tenha acontecido à sua mãe – se ele foi abandonado ou é órfão (coitadinho!) – não deve consumir leite de vaca, mas sim um leite de substituição que pode ser encontrado nas lojas de animais. Em caso de dúvida, já sabe, consulte o  Veterinário.

Os donos de um gato com um miado tão alto que pode ser comparado a um Boeing 737 ...

pousando estão tentando colocá-lo no livro dos recordes.
Ruth Adams, a dona de Smokey, pegou um equipamento de medir som emprestado de uma faculdade local para provar o recorde. A medição, feita em sua casa em Northampton (Reino Unido), aferiu que o ronronar do bichano de 12 anos chegou a 73 decibéis – 16 vezes mais alto que a média de um gato comum.
Agora Adams está esperando para ver se isto já é o suficiente para ser reconhecido pelo Guinness como o mais alto ronronar de gato doméstico do mundo.gatinho-ronrona-tao-alto-quanto-um-cortador-de-grama-1301524022738_300x200



“O Guinness tem critérios muito rígidos e a faculdade tem sido bastante solícita em providenciar os equipamentos necessários para medir o ronronar de Smokey e arranjar testemunhas oficias”, disse.
“Smokey é muito tímido, então estava muito consciente para não chateá-la durante a tentativa de recorde, por isso mantivemos tudo muito calmo e discreto. Agora só temos de esperar pacientemente para ouvir o veredicto final”, completou Adams.
Smokey chamou a atenção do mundo mês passado quando seu ronronar foi medido em incríveis 92 decibéis, tão alto quanto um cortador de grama ou um avião pousando.
Já pensou ser vizinho deste gato?
Fonte: Uol

o que é o Ronronar de um gato?



Por que os gatinhos ronronam?


Quando acariciamos um gato dócil, ele normalmente começa a emitir um agradável ruído, como um "motorzinho". A verdade é que este hábito ainda não foi totalmente compreendido pelos biólogos.
 
Os gatos ronronam quando sentem prazer mas também podem ronronar quando estão em sofrimento ou com medo. O ronronar indica uma disposição social amigável, é um sinal de resposta que pode exprimir satisfação pelo carinho recebido ou necessidade de ajuda ou conforto. 
 O ronronar é um comportamento infantil, os gatinhos ronronam a partir da primeira semana de vida e isso indica à mãe que tudo está bem. Já nos gatos adultos traduz uma certa dependência do contato entre os donos e os outros gatos.

Normalmente os gatos adoram carinho. O gesto além de relaxar seu animal, é importante para estabelecer uma boa relação entre vocês.






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ECO-CONSCIÊNCIA

ECO-CONSCIÊNCIA 
(Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência. [...]Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto." Chefe Seatle.)

Caminhamos para um desastre psicológico, social e ecológico. Dominados pela tecnologia e o consumismo, vamos perdendo o verdadeiro significado da vida, que é a paz e a felicidade. O amor e a compaixão por todos os seres, é a nossa única salvação.

Dalai Lama
 
Precisamos cuidar mais de nosso planeta, de nós mesmos, do futuro dos nossos filhos, dos nossos animais!
 
 

A senciência, isto é, a capacidade de os animais sentirem dor, medo, prazer, alegria e estresse –

A senciência, isto é, a capacidade de os animais sentirem dor, medo, prazer, alegria e estresse  – além de terem memória e até saudade – é uma discussão recente no âmbito internacional e no Brasil. Agora, a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA Brasil) está lançando o documentário “Animais: Seres Sencientes”. Para Ingrid Eder, veterinária e Gerente de Campanhas da WSPA Brasil, o momento é mais do que oportuno:
– A senciência e o bem-estar animal têm ganhado crescente relevância no panorama internacional, influenciando inclusive os hábitos de consumo e o comportamento da sociedade. A questão também está intimamente ligada à balança comercial dos países, levando a adaptações de governos, que procuram seguir padrões internacionais de bem-estar e até mesmo lançam mão de sistemas produtivos alternativos.
Segundo Ingrid, a preocupação não se restringe aos animais de consumo:
– Isso atinge não só os animais de produção, como também os selvagens. Hoje a caça comercial de baleias, por exemplo, é vista com maus olhos, levando países a optar pelo lucrativo e educativo turismo de observação de baleias. Se pensarmos em animais de companhia, como cães e gatos, a população também está bastante atuante, promovendo a guarda responsável através da esterilização, da vacinação e da redução do abandono. Os animais de tração também estão sendo beneficiados com o surgimento de regulamentações. Enfim, em todas as áreas existem avanços para que os animais sejam respeitados.

Filme conta com especialistas em senciência animal
O vídeo, de 52" (cinqüenta e dois minutos), procura mostrar que, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas, os animais são seres sencientes, e não máquinas destinadas a nos servir. E isso se aplica a todos os animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes). Para transmitir esses conceitos, o documentário conta com a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo, que falam de maneira clara e didática sobre os animais (de companhia, de produção, selvagens, de entretenimento

sexta-feira, 1 de abril de 2011

VERMIFUGAÇÃO

O que são vermes?
Vermes são parasitos do trato gastrintestinal e de outros órgãos que causam muitos danos à saúde dos animais e dos homens.
Os principais tipos de vermes encontrados em cães e gatos são: Toxocara canis, Trichuris vulpis, Ancylostoma caninum, Dipylidium caninum.
Problemas causados pelos vermes aos animais:
  1. Menor aproveitamento dos nutrientes
  2. Falta de apetite
  3. Atraso no crescimento
  4. Perda de peso e fraqueza
  5. Pêlos sem brilho e eriçados
  6. Aumento do volume e dor abdominal
  7. Diarréia e vômito
  8. Queda de resistência causando maior predisposição a infecções secundárias
  9. Anemia e lesões do trato gastrintestinal
  10. morte dos animais, principalmente dos filhotes
A vacinação é de suma importância para o desenvolvimento de células de defesa do organismo contra agentes patogênicos; é uma prevenção e não um tratamento.
Acompanhe abaixo o protocolo vacinal.


Quando vacinar seu CÃO

IDADE   VACINA  
45 dias   1a dose da V8/V10   
75 dias    2a dose da V8/V10 
105 dias     3a dose da V8/V10 
5 Meses    Vacina Anti-rábica
 
As vacinas devem ser repetidas anualmente:
Uma dose da V8/V10
Uma dose da anti-rábica  
 
 
VACINA CONTRA GIARDIA e PNEUMODOG  
 
60 dias  1a dose da Giárdia e Pneumodog 
90 dias  2a dose da Giárdia e Pneumodog
 

 
                           



A vacina deve ser repetida anualmente
A vacina V10 protege contra: Parvovirose, Cinomose, Laringotraqueíte, Hepatite Infecciosa, Coronavirose, Parainfluenza e quatro tipos de  Leptospirose.Muitos Médicos Veterinários aumentam o número de doses ou diminuem o intervalo entre as doses de acordo com a raça, a imunização da mãe ou o local em que vive o filhote.
É comum  recomendarmos ao invés de 3 doses, 4 ou 5 para cães de raças como Dobermann,  Rottweiler e Labrador. O intervalo entre as doses da V8/V10 também pode variar a critério do Médico Veterinário entre (21 a 30 dias). Antes que o filhote esteja totalmente vacinado, é contra-indicado passeios a locais públicos, contato com outros animais e banhos. Antes de brincar com o filhote deve-se trocar as roupas e o sapato usado na rua. Para dar mais imunidade ao filhotes, a mãe pode ser vacinada prenha.
 
Vermifugar duas vezes por ano, sempre alternando a medicação para atingir o maior número de parasitas possível. Tomar o cuidado para usar vermífugo de filhote para filhote e adulto para adulto. Importante se o seu animal está com infestação muito grande de verme, administrar por 5 dias Licor de Cacau (para evitar endotoxemia), e após 5 dias utilizar o vermífugo indicado pelo veterinário. 
 
 

 Quando vacinar seu GATO
 

IDADE     VACINA  
45 dias 1a dose da Tríplice felina 
75 dias  2a dose da Tríplice felina 
105 dias 3a dose da Tríplice felina
5 Meses Vacina Anti-rábica  

 

As vacinas devem ser repetidas anualmente:
Uma dose da Tríplice felina
Uma dose da anti-rábica
Para dar mais imunidade ao filhotes, a mãe pode ser vacinada prenha.Antes que o filhote esteja totalmente vacinado, é contra-indicado passeios a locais públicos, contato com outros animais e banhos. Antes de brincar com o filhote deve-se trocar as roupas e o sapato usado na rua.
Vermifugar duas vezes por ano, sempre alternando a medicação para atingir o maior número de parasitas possível. Tomar o cuidado para usar vermífugo de filhote para filhote e adulto para adulto. Importante se o seu animal está com infestação muito grande de verme, administrar por 5 dias Licor de Cacau (para evitar endotoxemia), e após 5 dias utilizar o vermífugo indicado pelo veterinário.



                                                                                  

Tartarectomia!!

A formação de tártaros nos dentes de cães e gatos é uma ocorrência normal. O animal contém em sua boca uma flora bacteriana. Estas bactérias aderem-se aos dentes formando a placa bacteriana que aos poucos mineraliza-se formando as placas de tártaro. Alguns animais apresentam mais ou menos tártaros dependendo de sua idade, dieta e principalmente de sua resposta imunológica.

Este acúmulo gera um ambiente propício para o desenvolvimento exacerbado das bactérias orais.Como o número destas aumenta muito, o número de substâncias tóxicas produzidas por seu metabolismo também cresce na mesma proporção e daí surge as Periodontopatias: Gengivite e Periodontite.
O sinal mais comum da periodontite é o mau hálito.

O que poucas pessoas sabem é que o maior perigo das periodontopatias não é a perda dos dentes ou o desenvolvimento de infecções locais. As bactérias que se encontram na boca do animal estarão constantemente caindo na corrente sanguínea e sendo levadas para todos os órgãos do animal. Estes microorganismos podem provocar pequenas lesões nos vasos sanguíneos, nas articulações (artrite-reumatóide), em órgãos como coração (endocardite bacteriana), fígado (hepatite) e rins (glomerulonefrite – insuficiência renal). Se por acaso o animal já tiver uma lesão prévia em algum destes locais, a probabilidade de instalação das bactérias junto à eles é muito maior. Com o passar dos anos, estas pequeninas lesões crescem e passam a prejudicar o funcionamento destes órgãos. O tratamento é simples e rápido: Tartarectomia, que consiste na retirada das placas de tártaros com o auxílio de um aparelho de ultrassom ou manualmente com instrumentos odontológicos específicos. Em alguns casos mais avançados, pode haver também a necessidade da extração de um ou mais dentes comprometidos. Muito importante também é o trabalho de profilaxia a ser iniciado desde a juventude e/ou após a limpeza: ESCOVAÇÃO (com pasta e escova adequada); ALIMENTAR (evitar alimentos outros que não ração); OSSINHOS (aqueles recomendados para limpeza dentaria); PRODUTOS (Aquadent, entre outros higienizadores bucais).

Devido a estes problemas, a limpeza dos dentes (tartarectomia), ganha grande importância para o proprietário, mas principalmente para o animal que corre riscos de vida.


Entre em contato! Cuide com amor do seu pet!




quarta-feira, 23 de março de 2011

Castração em filhotes??

OS BENEFÍCIOS DA CASTRAÇÃO EM FILHOTES.

A castração é uma operação relativamente segura, quando feita por um bom médico veterinário. Os animais, geralmente, se recuperam da castração em aproximadamente uma semana, com desconforto mínimo.



Vantagens da castração em machos:
* A diminuição do impulso sexual que resulta, por sua vez, num cão é mais responsável e sem vontade de vaguear atrás dos cheiros emanados de uma cadela no cio, bem como a diminuição de determinadas agressões, E ATÉ MESMO A DIMINUIÇÃO NA MARCAÇÃO DE TERRITÓRIO e também diminuição no hábito de “montar” nas pernas das pessoas.

* A castração é eficaz para determinados problemas de comportamento, e os CÃES CASTRADOS TORNAM-SE FREQÜENTEMENTE MAIS MEIGOS, mas não perdem nem a sua vivacidade nem a sua inteligência. E, desde que não seja permitido que se tornem obesos, são tão ativos quanto os seus colegas inteiros.
* A cirurgia pode ser efetuada no tratamento de tumores testiculares, e por vezes de infecções que envolvem a próstata. A castração é usada também controlar doenças dependentes de fatores hormonais (testosterona), tais como tumores em redor do ânus.
* A castração de machos e fêmeas evitam as ninhadas indesejadas, contribuindo, assim, para o controle populacional dos cães, um problema sério na maioria das cidades do Brasil.
Tempos atrás os veterinários davam a seguinte orientação aos seus clientes sobre as cirurgias de castração: - Deixar o cão ficar adulto!!!
Depois descobriram que se o cão for castrado ainda bebê, as chances de desenvolver câncer, cai para quase zero.
Então, os veterinários, passaram a orientar a castração por volta do seis meses de idade, mas como nem todos os responsáveis pelos seus cãezinhos, mesmo orientados, não praticavam esse procedimento tão simples, os veterinários passaram a indicar a castração com 45 dias, antes mesmo da entrega do filhote, com intuito de diminuir a superpolulação.
MAIS UMA VEZ FOI CONSTATADO QUE É MUITO SEGURO E RÁPIDO, E QUE A RECUPERAÇÃO É SURPREENDENTE.
"Muitas vezes horas depois da cirurgia, eles já estão brincando e se alimentando normalmente!!!"
Alguns aspectos devem ser levados em conta antes da castração:
O filhote deve ser avaliado antes, quanto ao seu estado geral.
- Sintomas de infecções;
- Sintomas de desnutrição;
- Sintomas de desidratação;
- Ectoparasitas;
- Verminoses;
- Viroses;
 
 
 Todos esses sintomas devem ser tratados e resolvidos antes da cirurgia. Apesar de essa técnica cirúrgica ser muito simples, o veterinário deve estar treinado e acostumado a fazer este tipo de procedimento.
Outro ponto muito importante é a questão da imunidade. Começar cedo o protocolo de vacinação e manter o filhote antes e depois do procedimento, em local limpo, arejado, sem contaminações... Isso é fundamental para os filhotes.
Trabalhar a questão da castração de filhotes, junto aos criadores, vendedores, protetores de animais e a sociedade em geral é uma das formas mais rápidas de valorizar a vida animal, diminuindo a SUPERPOPULAÇÃO e promover a guarda responsável de cães e gatos.

CIENTISTAS DEFENDEM ZOOLÓGICOS COMO FORMA DE PRESERVAR ANIMAIS

Para muitas espécies de animais ameaçadas, a salvação pode estar atrás das grades. Embora planos de manejo ambiental e aumento de reservas naturais estejam na pauta internacional da biodiversidade, alguns hábitats foram tão devastados que, segundo especialistas, o cativeiro é a única saída para que determinados grupos não sumam totalmente do mapa. Em um artigo publicado na edição de hoje da revista Science, pesquisadores de diversos institutos defendem que os zoológicos podem ter um papel importante na manutenção de espécies que, sem outro tipo de intervenção, estarão extintas em breve.

“Na reunião de outubro de 2010 da Convenção sobre Biodiversidade, em Nagoya, foi discutido um plano para reduzir as pressões sobre a biodiversidade do planeta. As principais diretrizes são a ampliação da cobertura de áreas protegidas, a redução pela metade da perda de hábitats naturais e a prevenção da extinção das espécies ameaçadas”, lembra, em entrevista ao Correio, Dalia Conde, principal autora do estudo. “Para as espécies cujo hábitat está gravemente ameaçado, porém, o panorama é tão desolador que a União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) reconhece que ações de conservação in situ (no hábitat natural) terão de ser combinadas com abordagens ex situ, como a criação em cativeiro nos jardins zoológicos, aquários, e assim por diante”, completa.

Segundo a bióloga mexicana, que é pesquisadora do Max Planck Institute for Demographic Research, na Alemanha, ao menos em curto prazo, a reprodução em cativeiro pode ser a única opção de conservação dessas espécies. “Mas essa é uma prática que está ausente ou muito pouco representada nas políticas de conservação governamentais, de organizações públicas e de instituições multilaterais”, alega. Uma estratégia que, na opinião de Dalia, tem de ser revista.

Defendendo o argumento, ela cita que uma recente avaliação do estado dos vertebrados no planeta, também publicada pela Science, concluiu que a criação em cativeiro teve um importante papel na recuperação de 17 das 68 espécies cujo nível de ameaça foi reduzido. A pesquisa, liderada por Michael Hoffmann, da Comissão de Sobrevivência das Espécies da UICN analisou dados de 25.780 espécies catalogadas na lista vermelha da instituição. Entre os animais que não existiam mais na vida selvagem e foram resgatados graças ao cativeiro, estão o condor da Califórnia (Gymnogyps californianus), a doninha-de-pé-preto (Mustela nigripes) e o cavalo selvagem de Przewalski (Equus ferus).

“A reprodução em cativeiro tem o potencial de manter as populações-alvo em segurança contra ameaças como doenças ou pressão de espécies invasoras (por exemplo, predadores de ovos em ilhas)”, justifica a cientista. No estudo de Hoffman, verificou-se, inclusive, um índice de sucesso na reintrodução na vida selvagem de animais que nasceram em cativeiro. “O estabelecimento de políticas de reintrodução das populações em cativeiro no meio selvagem pode oferecer oportunidades valiosas aos animais, uma vez que os impactos em seu hábitat nativo são controlados”, afirma o biólogo ao Correio. Ele cita como exemplo o aumento de cativeiros para o sapo-de-Kihansi (Nectophrynoides asperginis), que está ameaçado por causa de uma infecção provocada por fungos em seu hábitat, na Tanzânia.

Nem sempre a reintrodução à natureza é vantajosa. “Fatores sociopolíticos podem determinar o sucesso dos programas. Por exemplo, a reintrodução do órix-da-Arábia (Oryx leucoryx) em Omã foi prejudicada pela caça furtiva, em parte porque as comunidades locais não estavam suficientemente envolvidas nos esforços de conservação”, conta Dalia. Além disso, quando nascidos em cativeiro, os animais não desenvolvem habilidades cruciais para sua sobrevivência no mundo selvagem.

“Mas, em muitos casos, essas dificuldades foram superadas pela criatividade e por medidas específicas”, afirma a bióloga. “Temia-se que os papagaios-de-Porto Rico (Amazona vittata) seriam incapazes de escapar dos predadores na natureza, mas esse problema foi resolvido com técnicas de enriquecimento ambiental”, diz. Nesse caso, foram confeccionadas caixas-ninho que simulavam o cenário natural, de forma que o papagaio tinha de cuidar dos ovos e das crias sem a interferência humana. As aves também fizeram treinamentos para aprender a fugir de predadores — na experiência, foi usado um gavião —, o que se mostrou vital quando elas foram reintroduzidas, com sucesso, nas florestas de Porto Rico.

Banco de dados
A cientista explica que, em seu estudo, foi analisado o banco de dados do Sistema Internacional de Informação de Espécies, uma organização que compila registros sobre animais mantidos em zoológicos e aquários de todo o mundo e, atualmente, tem 2,6 milhões de espécimes catalogados, provenientes de 800 instituições associadas. “A partir da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da UICN, obtivemos o nível de ameaça de cada uma das espécies de vertebrados terrestres representados no arquivo”, explica.

Um quarto das espécies de aves conhecidas e quase 20% de mamíferos têm representações nos jardins zoológicos. Mas apenas 12% das espécies descritas de répteis e 5% de anfíbios são criadas em cativeiro. Em relação aos animais ameaçados, foco do estudo, entre um quinto e um quarto dos mamíferos da lista vermelha existem em cativeiro. A exceção está nas espécies em estado crítico de extinção, das quais apenas 9% vivem em zoológicos. O mesmo ocorre com aves e, no caso de anfíbios, o índice é ainda menor: 3%. “Isso é uma grande preocupação, porque os anfíbios são um grupo altamente ameaçado, com 41% das espécies na lista vermelha”, diz Dalia.

“Zoológicos, como uma rede global, devem se esforçar para assegurar que as suas populações de espécies ameaçadas possam sobreviver a longo prazo. No entanto, cada zoológico, individualmente, pode dar uma contribuição maior à conservação, especializando-se na criação de espécies específicas, em vez de se preocupar apenas em aumentar a diversidade de animais”, defende a bióloga. Consciente que manter animais em cativeiro é algo altamente dispendioso e dependente de técnicas apuradas, a pesquisadora faz um apelo: “Dada a dimensão do desafio da biodiversidade, é fundamental que os organismos de conservação e os executores de políticas públicas considerem o potencial dos jardins zoológicos na proteção das espécies ameaçadas”.

Proteção no DF
Em Brasília, a Fundação Jardim Zoológico abriga 1,3 mil aves, répteis e mamíferos, em um total de 300 espécies, incluindo alguns sob ameaça de extinção. Entre os animais que correm riscos no ambiente natural e são criados no zoo, estão o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), o lobo-guará (Chysocyon brachyurus), a ariranha (Pteronura brasiliensis), o gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) e o rato-candango (Juscelinomys candango).
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Fonte: Correioweb

Curiosidade: Símbolo da Veterinária!

Ao constatar a variedade de tipos e formatos de símbolos usados pelos Conselhos Regionais e demais instituições veterinárias no País, decidiu o CFMV instituir um concurso, em nível nacional, com a finalidade de padronizar e unificar um símbolo que identificasse a Medicina Veterinária no Brasil.
Ao todo foram apresentadas 172 sugestões. Uma Comissão Julgadora foi instituída em outubro de 1994 para selecionar os melhores trabalhos e julgar o vencedor com base nos princípios históricos-culturais da Medicina animal brasileira e mundial. A proposta vencedora justificou a sua sugestão, afirmando que inúmeras profissões liberais buscavam na antiguidade clássica greco-latina elementos e arquétipos para elaborarem seus símbolos.
A proposta vencedora julgou ser de coerência histórica e tradição a adoção da serpente e do bastão, símbolos de Esculápio, deus da arte de curar na Grécia Antiga, devendo estar inserida a Letra V, ambos tendo como moldura um hexágono irregular.
Dos múltiplos significados do conjunto emblemático de Esculápio, alguns são universalmente reconhecidos e aceitos sem restrições. A serpente representaria a prudência, a vigilância, a sabedoria, a vitalidade, o poder de regeneração e preservação da saúde. O bastão (primitivamente um galho de árvore com algumas folhas) significaria os segredos da vida terrena, poder de ressurreição e o auxílio e suporte da assistência dada pelo Médico aos seus pacientes; sua origem vegetal representaria as forças da natureza e as virtudes curativas das plantas.
Quanto às cores usadas em sua apresentação gráfica, domina o verde, pois esta cor é tradicionalmente usada nos símbolos da Medicina humana e Veterinária; significa a vida vegetal, a juventude e a saúde. A cor branca, sendo a união de todas as outras, significa integração, luta pela vida e paz.
Para padronizar e unificar um emblema que identificasse a Medicina Veterinária entre as demais ciências biomédicas no Brasil, o CFMV instituiu em 1994, por meio de concurso em nível nacional, o Símbolo da Medicina Veterinária. Julgou ser de coerência histórica e tradição a adoção da serpente e do bastão, símbolo de Esculápio, deus da arte de curar na Grécia Antiga. Estes símbolos vêm inseridos na letra "V", tendo como moldura um hexágono irregular. Quanto às cores usadas em sua representação gráfica, a dominante é a verde, pois significa a vida, a juventude e a saúde. A cor branca, sendo a união de todas as outras, significa integração, luta pela vida e paz.
Na mitologia Grega, o deus Asclépio (adotado e adorado pelos romanos com o nome de Esculápio) era filho de Coronis e Apolo e teria sido educado pelo centauro Quirão, ensinando-lhe a arte de curar os doentes e até mesmo o poder de ressuscitar os mortos. Segundo a lenda grega, Esculápio ou Asclépio foi morto pelo rei dos deuses, Zeus (Júpiter para os romanos), passando a ser adorado em diversos santuários da Grécia, sendo o mais famoso o de Epidauro. Higia, sua filha, cujo nome deu origem ao vocábulo Higiene, era considerada a deusa da Saúde.



O bastão (primitivamente um galho de árvore com algumas folhas) significa os segredos da vida terrena, poder da ressurreição, o auxílio e o suporte da assistência dada pelo médico aos seus pacientes; sua origem vegetal representa as forças da natureza e as virtudes curativas das plantas.

Cor: Verde Bandeira 70% e Verde Bandeira 40%


A letra "V" tem a função de identificar a Medicina perante o público leigo e diferenciá-la de outras profissões biomédicas.

Cor: Verde Bandeira 70%





A serpente representa a prudência, a vigilância, sabedoria, a vitalidade, o poder de regenerescência e preservação da saúde

Cor: Verde Bandeira 100%





A figura usada tem um formato hexagonal

Cor: Verde Bandeira 100

terça-feira, 22 de março de 2011

COMER CARNE É CULTURAL? Vale a pena sacrificar os animais?

Sujeitar os animais a situações incrivelmente horrorosas usando como justificativas fatores “biológicos”, “evolutivos”, e “nutricionais” é tão válido cientificamente quanto os argumentos que justificaram por séculos (e ainda persistem em alguns lugares) a escravidão dos negros, a perseguição aos judeus, a descriminação das mulheres, a proibição religiosa da doação de órgãos, medula, transfusão de sangue, métodos contraceptivos, etc…

Comer carne é cultural. Dá ao ser humano, que antes era limitado ao branco, europeu, rico (tudo no masculino), a sensação de controlar as outras espécies que compartilham a vida neste planeta. A mesma sensação que sustenta os fanatismos religiosos, a opressão de regimes absolutistas e surtos de histeria coletiva que acabam em manchetes sangrentas e escandalosas no nosso dia-a-dia de banalização moral.
O corpo humano foi desenvolvido para alimentar-se de praticamente tudo que existe no planeta. Isso é adaptação. Significa que se um ser humano precisar matar e alimentar-se de outro para sobreviver, será possível. Possível, não necessário. Em certas culturas isso é cotidiano. Tem sentido próprio e reconhece que a fisiologia humana é muito mais adaptada a dietas vegetarianas (faça a comparação entre as mandíbulas, intestinos, PH estomacal, mãos, faro, glândulas digestoras e hábitos sociais de um leão e de um cavalo).

Comer carne não se limita a comer carne. Seria como concordar com as profecias bíblicas que condenam 90% dos costumes ocidentais e sair por aí matando em nome de Deus, dizendo que não se trata de assassinato, mas de “fé”.

Aliás, deixar de comer carne também é cultural. Em grande parte dos lugares onde não existe o hábito de alimentar-se de animais mortos (ou vivos), existe um surpreendente teor de consciência ecológica e respeito à vida. Em outros lugares, como é o caso do Brasil (o maior exportador de carne de todo o mundo), vai ser difícil alcançar esse nível, mas ele não é necessário, porque a outra parte de não comer carne trata-se mais de inteligência do que de cultura.

Enquanto ficamos por aí debatendo sobre a reforma agrária, as invasões do MST, o latifundiarismo, a miséria, a fome, a subnutrição, a devastação das florestas, as queimadas, a concentração de renda, a capitalização internacional de riquezas e o descaso com o meio ambiente, esquecemos de que o consumo de carne está por trás disso

A população bovina no Brasil (cerca de 200mi) é maior que a população humana (cerca de 190mi), isso sem contar as aves, suínos e caprinos “cultivados” para corte. Os cereais usados para alimentar este rebanho colossal seria mais do que suficiente para alimentar a população humana da América Latina. Os pastos usados tanto na criação de gado de corte quanto no cultivo agrícola para alimentá-los seriam mais do que o necessário para garantir que todo brasileiro tivesse um pedaço considerável de terra para morar – ou continuariam a exercer seu vital papel no equilíbrio ambiental do planeta como florestas tropicais.
Da água doce que se encontra disponível para uso do ser humano no planeta (menos de 0,03% da água superficial da Terra), 80% é usada para fins agrícolas. Escovar os dentes com a torneira aberta não é nada, nada mesmo, comparado a comer carne.

Comer carne é cultural. E reflete a cultura de um povo que pensa a curto prazo, usando indiscriminadamente recursos naturais, condenando o futuro e falsificando consciência sustentável, revelando-se completamente egoísta, alheio às necessidades das pessoas ao redor.

A violência é cultural. Animais que se alimentam de carne são violentos, territorialistas, hostis ao convívio próximo de outras espécies. Ou dominam ou são dominados. A sobrevivência dos animais carnívoros depende disso. A sobrevivência do ser humano não!
Como esperar que um povo compreenda o absurdo de condenar milhões de vidas inocentes à dor e sofrimento? É cultural. Soa cármico. Em algum lugar deve estar escrito, sob assinatura de forças divinas, que quem não tem dinheiro (e isso inclui animais humanos e não-humanos) nasceu fadado e condenado à gula mercenária desse estranho animal que mata e deixa morrer por prazer.


Pense nisso!

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!