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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Paquistão continua com lutas ilegais entre ursos e cães

O Paquistão não está a cumprir a lei que proíbe as lutas entre cães e ursos, embora defenda estar decidido a fazê-lo, segundo revelou esta semana a World Society for the Protection of Animals (WSPA).
As lutas entre dois cães e um urso preto asiático, desprovido das suas garras e dentes, são proibidas por lei no Paquistão. Embora o governo argumente que já decidiu acabar com estas práticas, acrescenta que precisa de mais tempo. No entanto, a espécie conta apenas com 300 indivíduos no país, segundo a WSPA.
Entretanto, a organização WSPA já construiu um santuário, no parque de Kund, província ao norte do país, para acolher os ursos atormentados por estes espectáculos, com uma capacidade para cerca de 50 animais. Esta medida resultou de um pedido do governo do Paquistão para a existência de um lugar para albergar os ursos confiscados aos seus donos. Desde que ficou pronta, em Maio, a zona continua vazia.
Segundo Peter Henderson, responsável pelo projecto de libertação dos ursos da WSPA, "as autoridades paquistanesas enredaram a WSPA em falsas promessas e levantaram obstáculos burocráticos quanto à tomada de acção contra as lutas ilegais". Por sua vez, o governo do Paquistão defende-se afirmando que as medidas levam tempo para se infiltrarem nas zonas rurais, onde os espectáculos se desenrolam.
Este tipo de lutas entre ursos atados a troncos e cães treinados para o efeito foi introduzida no Paquistão há cerca de 200 anos pelos colonizadores ingleses. Apesar de raramente morrerem, os ursos ficam gravemente feridos no focinho e orelhas. O objectivo da luta é ver qual dos cães consegue derrubar o urso. Normalmente é este último que perde.
De acordo com a WSPA, realizam-se mais de 50 espectáculos anualmente, entre Novembro e Abril, nas províncias de Punjab, Sind e Baluchistan.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Como o cão enxerga


Quando se fala de visão canina, logo vem a pergunta: a espécie enxerga em cores ou em preto e branco? Esse assunto será abordado a seguir, mas trata-se apenas de uma das características da visão. Dizer que sabemos como o cão enxerga não se reduz a conhecer essa resposta!
Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.
A principal diferença é que os cães não conseguem distinguir o verde do vermelho. Para nós e para outros animais, como pássaros e macacos, que comemos frutas, a diferença entre essas cores é gritante porque é muito vantajoso diferenciar rapidamente as frutas vermelhas das folhagens verdes, por exemplo.

Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.

Faça o teste: segure o cão sobre um gramado bem verde e jogue uma bolinha azul e uma vermelha. Solte-o somente quando as bolinhas estiverem a pelo menos uns 10 metros de distância. Provavelmente, o cão optará por seguir a bola azul, muito mais visível para ele.
Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.
A visão noturna é importantíssima para os animais que caçam no escuro, por dependerem basicamente da luz da lua e das estrelas. É o caso das matilhas selvagens e das alcateias, cujos uivos, usados também para reunir o grupo para caçar, podem ser mais ouvidos à noite, especialmente nas noites claras.
Faça o teste: com uma câmera de vídeo que filma no escuro (infravermelho) observe como o seu cão se locomove num quarto totalmente escuro. Coloque uma caixa ou cadeira fora de lugar e observe se ele desvia antes ou depois de tocá-la com a cabeça ou bigode. Depois, estimule o cão a andar – jogue uma bolinha que ele adore ou chame-o na sua direção – e aumente a luminosidade aos poucos (use luzes com intensidade ajustável ou permita que a luz da rua entre). Haverá um momento em que, apesar de você ainda não enxergar os objetos, o cão já desviará deles com facilidade. Isso mostra que ele enxerga com muito menos luz do que nós.
Vê de costas?
Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.
Faça o teste: olhe para a frente e traga suas mãos com as palmas abertas a partir de trás da cabeça até enxergá-las. Você só as verá quando estiverem um pouco à frente das orelhas. Isso mostra que a amplitude visual humana é de aproximadamente 180 graus. Experimente fazer isso com o seu cão. Aproveite quando ele estiver olhando fixamente para um local. Mova um objeto de trás para a frente até que ele o perceba e vire a cabeça, querendo-o. Repare como o objeto é percebido, mesmo estando ainda atrás do cão. Fique atento: como o olfato e a audição dos cães são fantásticos, tente evitar que o objeto seja percebido pelo cheiro ou pelo barulho.
Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.
Faça o teste: amarre numa cordinha um objeto que o cão adore. Prenda o cão num ponto fixo e distraia-o. Coloque o objeto a uma distância tal que fique difícil de ele ver facilmente. Solte o cão e, quando ele estiver “perdido”, procurando o objeto, puxe a cordinha para o objeto se mover. Observe como é localizado facilmente quando entra em movimento. Só não dá para sugerir uma distância padrão, porque o alcance da visão dos cães varia bastante e muitos deles são míopes.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cães aprendem a dirigir na Nova Zelândia

Uma instituição que cuida de cães abandonados na Nova Zelândia está ensinando estes animais a dirigir.

As aulas para os três cães, Monty, Ginny e Porter, fazem parte de uma campanha da Sociedade para Prevenção da Crueldade contra Animais (SPCA) do país.

O objetivo da brincadeira é encontrar novos lares para cachorros abandonados, mostrando o quanto eles podem ser inteligentes.

O treinamento dos três começou em setembro, com movimentos simples, como sentar na posição para dirigir, apertar o acelerador e mudar a posição de um câmbio de brinquedo.

Depois de cinco semanas, o treinamento progrediu e eles começaram a se movimentar em um carrinho, ainda dentro do centro de treinamento.

Depois de sete semanas, eles finalmente entraram em um carro de verdade, modificado para que os cães alcançassem os pedais com as patas.

Eles ainda vão passar por uma prova final de direção que deve ocorrer na semana que vem e será transmitida pela TV. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Feira no Ibirapuera agora tem oposição de donos de cães

Frequentadores da Praça David Eisenhower, na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, podem formar uma associação para impedir a realização de uma feira exclusiva de produtos orgânicos, autorizada pela Prefeitura para operar no local todos os sábados - a inauguração será hoje. O grupo afirma que os comerciantes vão ocupar o espaço utilizado por cachorros.



O protesto dos donos dos animais já foi parar nas redes sociais. Uma página foi criada no Facebook para debater o tema e providenciar soluções. Ontem, mais de 60 pessoas já tinham aderido à discussão.

A empresária Rita Aizenstein Furman, por exemplo, considera a praça, que é protegida por grades, o "único endereço adequado" na cidade para receber os cachorros. "Há anos o espaço cercado é o único lugar em São Paulo ideal para cachorros, pois é cercado e sem riscos para animais e humanos", disse.

O grupo já batizou a futura entidade como Associação Cão Boa Praça. A expectativa é que o estatuto seja aprovado até o dia 1º de dezembro. Uma assembleia para a escolha dos representantes deve ser realizada ainda neste mês. O principal temor dos envolvidos é que os cachorros sejam proibidos de frequentar o endereço por causa da realização da feira, já que serão vendidos produtos alimentícios no local durante o evento.

A Prefeitura nega que o espaço reservado aos cães será ocupado pelos comerciantes. De acordo com Marcio Stanziani, secretário executivo da Associação de Agricultura Orgânica (AAO), as barracas serão posicionadas em volta do cercado frequentado pelos cachorros. "Tudo vai continuar como está. Não haverá nenhum prejuízo aos animais e seus donos", afirmou.

Apesar do compromisso, Rita ainda vê riscos. Para protestar, a empresária está convocando os donos de cachorros que frequentam o local para comparecer ao cercado hoje, já que existe a expectativa que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) compareça à inauguração da feira.

Esse é o segundo movimento contrário à realização do comércio exclusivo de orgânicos no bairro. Há cerca de um mês, conselheiros do Parque do Ibirapuera conseguiram impedir a inauguração do comércio no Viveiro Manequinho Lopes, área anexa ao parque. Para não deixar os feirantes na mão, a solução encontrada foi transferir provisoriamente a feira para a praça.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

CÃES ENFRENTAM ROJÕES COM TREINO


Tratamento evita estresse de animal no réveillon


31 de dezembro de 2012 | 2h 01

DENIZE GUEDES - O Estado de S.Paulo
Você pode até não acreditar, mas há cães que adoram o barulho de um rojão, de um estrondo de fogos de artifício - como os que virão na passagem de ano. É que eles aprenderam a relacionar o som, desagradável para a maioria dos cachorros, à crença de que algo divertido - com muitos petiscos, de preferência - vai acontecer.

Milagre? Não, fruto de estímulo trabalhado em relação ao ruído. "Vamos passar o ano-novo só na correria, brincando com os cachorros com bolinhas, frisbees e petiscos escondidos", conta Raquel Yukiehama, dona da Dog Resort, creche e hotel para cães no Planalto Paulista, zona sul de São Paulo. "A ideia é criar e reforçar a associação positiva (de prazer com o som)."
Raquel explica que, apesar de os cães terem a audição quatro vezes mais apurada que a dos humanos, o que mais os deixa incomodados e assustados é o fato de não saberem de onde aquele barulho vem. "É como se fosse uma punição despersonalizada, que vem do nada", diz.
A zootecnista Sara Favinha, sócia da Tudo de Cão, empresa especializada em comportamento animal, concorda. "O problema nem é tanto a audição, mas o desconhecido. É diferente de desenvolver medo do liquidificador, em que o cão nota que é aquele o objeto responsável pelo barulho. Com os fogos não é assim."
Tratamento. Quando não tratado, o medo dos "estrondos" pode levar o animal até a se machucar. "Um cachorro que seja acostumado a ficar do lado de fora da casa pode se jogar contra uma porta de vidro ou sangrar a pata de tanto tentar entrar em casa."
Quando o caso é severo, o ideal é procurar a ajuda de um profissional que detecte a intensidade do temor e indique um tratamento. "Há veterinários que prescrevem calmantes, até para preservar a integridade física do bichinho", conta Sara.
Uma dica para começar a tratar os temidos rojões e fogos é fazer o cão já gastar energia - com longos passeios, por exemplo - na véspera e no dia de réveillon ou de um jogo de futebol. Deixá-lo ficar mais dentro de casa nesses dias também ajuda.
Outra saída é comprar um CD com ruído de fogos, à venda em pet shops, e colocá-lo para tocar, aos poucos, na hora em que o cão estiver se alimentando. Isso ajuda a trabalhar a ideia de prazer na cabeça do animal. Se não tiver jeito, horas antes da meia-noite, coloque um pouco de algodão no ouvido do animal. Isso vai abafar os estampidos.



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quinta-feira, 9 de junho de 2011

A exibição de animais nos circos tem os dias contados...

 Uma  lei proíbe a compra de macacos, elefantes, leões ou tigres e impede a reprodução dos animais existentes nos circos. Talvez alguém não entenda o por que...simples: os animais eram maltratados .  Quase todo mundo já foi ao circo quando criançã ver os animais, correto? As apresentações eram mesmo lindas, mas hoje ao me deparar por que os animais não estão mais lá, vejo o quanto essa decisão foi sensata...Eles ( os treinadores) judiavam demais dos animais para que "aprendessem" a fazer o "SHOW"....Na verdade não aprendiam, eram condicionados pelo sofrimento....  Fui buscar explicações e quero que saibam como os animais eram tratados, fico feliz por não termos mais animais no circo!
A história dos animais no circos remonta da Roma Antiga, quando eram exibidas corridas bigas, espetáculos de animais domesticados, encenação de batalhas, acrobatas e malabaristas. Durante os séculos o circo evoluiu e as companhias itinerantes com artistas de diversas classes andam mundo afora armando suas barracas de lona e apresentando seus espetáculos que fizeram e fazem a alegria dos expectadores. Entretanto a evolução também trouxe a conciencia do sofrimento dos animais que são presos nos circos, e muita controvérsoia se gerou em torno do tema, de tal forma que aos poucos o uso de animais no circo tem sido abandonado de forma gradativa, e em alguns estados brasileiros seu uso é proibido como Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraiba e Rio de Janeiro. Esses estados brasileiros dão exemplo proibindo a apresentação de animais nos circos.
Uso de Animais no Circo
Uso de Animais no Circo
Os argumentos de quem se opoe ao uso de animais em circos são validos. Esses animais são presos em cativeiro e muitas vezes são mau-tratados, além de receberem alimentação inadequada, pois a alimentação de um tigre, um elefante, um urso ou mesmo um leão é bastante dispendiosa. Outro argumento valido e real é de que os animais ficam trancafiados em espaços pouco maior do que o próprio corpo a maior parte de suas vidas, pois só saem das jaulas para os treinamentos e para as apresentações, além disso esse grupo pergunta: o que é feito desses animais quando eles não podem mais atuar no circo porque ficam velhos? Se forem soltos na natureza morrerão logo, pois não tem condições de sobrevivencia.
Maltrato de Animais no Circo
Maltrato de Animais no Circo
Na internet encontramos diversos sites de defesa dos animais que mostram fotos de girafas e também de animais de diferentes espécies sendo tratados em condições precárias nos circos e em outras formas de cativeiro. Segundo essas organizações esses animais devem ser recolhidos e encaminhados para zoologicos que possam oferecer tratamento adequado aos animais, uma vez que eles não podem mais serem soltos no seu meio ambiente natural, pois não aprendenram a se defender nem a buscar seu próprio alimento. Essas associações e organizações atuam em todo o mundo e defendem a preservação dos animais e da fauna de todo o mundo, atuando contra o trafico de animais o desmatamento a contaminação das aguas e todas as formas de agressão a vida do planeta.
Essa com certeza é uma bandeira que vale a pena levantar!

 

Eu amo os animais

Eu amo os animais

Assisti comovida ao documentário sobre a vida e a morte de Timothy Treadwell,



um americano que passou 10 anos de idas e vindas ao Alaska para proteger os ursos. Ironicamente foi morto por um deles, em 2003, juntamente com a sua companheira que tinha medo deles. Seus amigos mais próximos de acampamento foram as raposas (mãe e filhotes), além dos ursos que sempre protegia contra a curiosidade e a desumanidade dos seres humanos. Supostamente o urso que o matou fora o que os guardas do local de preservação derrubaram com um forte tranquilizante para marcá-lo. No meu entendimento, esse fato foi suficiente para que este animal não mais quisesse proximidade com os humanos. Timothy o filmou poucas horas antes de morrer. Seus últimos momentos foram gravados em áudio, pois não houve tempo para retirar a tampa da lente da filmadora. Dizia ele que iria protegê-los mesmo que precisasse morrer por isso. E assim foi.

Identifiquei-me imediatamente com ele, embora não tivesse a coragem que ele teve. Mas entendi o seu amor por aqueles animais que ali estavam tentando sobreviver num habitat sem muitos recursos naturais. Já não havia peixes em abundância.

Estamos matando o planeta. Os sinais já estão mais do que visíveis com tudo o que já acontece no mundo. Eu poderia fazer uma lista quilométrica de tudo de errado que os humanos estão fazendo, mas prefiro falar do que podemos fazer para começar a reverter a situação.

A primeira medida, em caráter de urgência, é implantar definitivamente, como matéria obrigatória em todas as escolas desde o maternal até o último estágio na Universidade, a disciplina "AMOR À NATUREZA". Mas com seriedade e não como vejo em algumas escolas onde essa aula é ir para um laboratório dissecar sapo ou encher uma sala de plantas e bichinhos para depois constatarem que nas férias de julho, não havia ninguém pra cuidar e morreram todos.

É parar de ir aos circos que ainda teimam em usar animais, cruelmente treinados, para ganhar dinheiro com isso. É parar de dar bicho de estimação a uma criança sem que ela esteja preparada para tê-lo e muito menos os pais, aumentando ainda mais a fila de abandonados na porta da
SUIPA, como se não bastassem as centenas que já existem lá.

Os animais vieram para esse planeta com algumas missões e provas, mas certamente tortura, desprezo e desrespeito não estão incluídos nelas. Muitas vezes, como ser humano, sinto vergonha, pois não reconheço nenhuma superioridade em nossa raça quando vejo acontecerem coisas assim. Soube pelos jornais que muitas pessoas viajaram deixando os seus animais domésticos dentro de seus apartamentos uivando, depois de muitos dias de solidão e de fome. Sinto vergonha, pois deveria haver leis mais rigorosas quanto aos maus-tratos e ao abandono aos que só nos demonstram amor.

Se há desprezo por aqueles que nos acompanham com total dedicação e afeto, o que pensar sobre a sorte dos chamados "animais selvagens", que sempre sofrem a perseguição de caçadores que colocam suas cabeças como troféus em suas salas ou os capturam para comércio...

Pobres seres humanos! Quão pequenos somos diante de tanta grandeza e beleza da natureza! Como precisamos aprender com eles se quisermos reverter o quadro ruim que a cada dia se aproxima mais e mais! Pobres humanos que ainda estão longe de sua ascensão, enquanto não acordarem para a grandeza dos animais!

 
Texto revisado por Cris
DICA DE FILME PARA ESSE FINAL DE SEMANA:

Grizzly Man (2005)
Starring: Werner Herzog; Timothy Treadwell; Larry Van Daele; Amie Huguenard; Franc G. Fallico; Carol Dexter; Val Dexter.
Directed by: Werner Herzog.
Colour/103 Minutes/R

fonte: http://www.abrigodosbichos.com.br/Forum/Topico357.htm

Agressividade dos animais....leia mais sobre isso....

Quem nunca ouviu falar que um cachorro pode ser parecido com o próprio dono? Parece bobagem imaginar que o do ser humano consegue influenciar na mansidão ou na de um animal. No entanto, o “Relação homem-animal e bem-estar do cão domiciliado”, realizado por Sheila Ferreira e Ivan Sampaio, pesquisadores da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais, confirmam que essa relação existe sim. O foi divulgado pela Agência Notisa.
A alerta que emoções, como medo e frustração, por exemplo, podem comprometer o bem-estar do animal, o que acaba colocando em a família que o acolhe. “Um animal que experimenta bem-estar, provavelmente, vive em um onde as pessoas lhe proporcionam saúde física e mental”, resumem os pesquisadores.
A determinação de um comportamento , por exemplo, não depende exclusivamente da raça, se ela é brava ou calma, mas, principalmente, do modo como o cão é criado. “Independentemente da causa que levou o cão a apresentar uma agressividade despropositada, os proprietários serão sempre os responsáveis pelos atos de seus animais”, argumentam Sheila e Ivan.
No estudo, realizado em 60 residências, os pesquisadores verificaram que 83,3% dos cães eram “mansos”, 90% eram “tranquilos” e 56,6% apresentavam uma boa “condição corporal”. Porém, apenas 43,3% apresentavam simultaneamente as três características, ou seja, experimentavam bem-estar adequado.
Segundo eles, o estado de intranquilidade é considerado um comportamento anormal, um sinal de , que revela um desequilíbrio entre o animal e o seu ambiente.
Fonte: Jornal Mogi News
Autor: Talita Corrêa
Link: http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1207&idedito=82&idmat=93426
Imagem: Ilustração/Divulgação

Animais exóticos são os novos bichos de estimação ! que tal?

Madonna tem apenas 10 centímetros, possui olhos vivos, faz movimentos rápidos e adora frutas e iogurtes. Desde o mês passado, vive no do empresário Eduardo Fleury, na Vila Olímpia. “Gasto umas três horas por dia em cuidados com ela e quero comprar agora um mais espaçoso para aumentar seu ”, afirma ele, referindo-se à fêmea de sagui que virou seu novo bicho de estimação. Nos últimos tempos, várias da cidade começaram a oferecer essa espécie de , a preços que variam de 2.000 a 4.000 reais. No Galpão Animal, na Vila Leopoldina, a procura tem sido tão alta que faltam filhotes para atender tantos clientes. “Vendemos hoje uma média de cinco por mês”, conta a gerente Marina Britto.
Os saguis fazem parte da nova safra de bichos exóticos dos estabelecimentos especializados. A relação inclui ainda o desajeitado teiú, um lagarto que pode chegar a 1,5 metro de comprimento (800 reais), e a exuberante arara-vermelha (entre 6.000 e 9.000 reais). Eles nascem em cativeiro e sua comercialização é controlada pelo Ibama. Todos devem carregar microchips de identificação, cujo número consta da nota fiscal emitida pela loja. “As regras precisam ser mesmo rigorosas para não estimular o tráfico de animais”, diz Davi Carrano, que mantém um criadouro de saguis na cidade de Cotia.
Abrigar um macaco em casa é bem mais complexo do que manter um cão ou um gato. O animal é muito delicado e suscetível a doenças como gripe e herpes. “Além disso, o macho pode se tornar agressivo no período reprodutivo”, alerta Cristina Marques, bióloga do setor de mamíferos do Zoológico de São Paulo. Ou seja, é preciso refletir muito sobre a compra para que o pequeno sagui não se transforme, com o perdão do trocadilho, em um grande mico. Nos anos 90, várias pessoas investiram na aquisição de ferrets, também conhecidos como furões. A moda passou rápido e boa parte deles acabou descartada por seus donos. O Parque Ecológico do Tietê é um termômetro do problema: recebe por mês cerca de 1.000 bichos de todos os tipos abandonados na capital. Depois de tratados por veterinários, eles são remanejados para criadouros especializados.

Até 12.06.2011 teremos no Brasil 42 eventos de doação de animais: ADOTE UM!



11/06  Feira de Adoção SVPI – Asa Sul -  Brasília  DF
Goiás
11/06  Feira de Adoção de Cães e Gatos – Setor Campinas -  Goiânia  GO
Minas Gerais
11/06  Adote um Amiguinho Fiel – Centro -  Araxá  MG
11/06  Amigo não se compra, se adota! – Braúnas -  Contagem  MG
12/06  Adote um Amiguinho Fiel – Urciano Lemos -  Araxá  MG
12/06  Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis – Centro -  Lavras  MG
Pará
12/06  Feira de adoção da ASDEPA – Campina -  Belém  PA

11/06  Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo – Centro -  Campo Largo  PR
11/06  Festa Cãonina – Batel -  Curitiba  PR
11/06  Feira de Adoção – Fazendinha -  Curitiba  PR
11/06  GRANDE Evento de Adoção – Leroy Merlin – Parolin -  Curitiba  PR
11/06  Feira de Doação de Cachorros Tomba Latas – Centro Cívico -  Curitiba  PR
12/06  Evento de Adoção de Cães e Gatos – Centro Cívico -  Curitiba  PR

11/06  Campanha de Adoção do SOS VIDA ANIMAL – Copacabana/Bairro Peixoto -  Rio de Janeiro  RJ
11/06  Adote um Bichinho e Salve uma Vida – Tijuca -  Rio de Janeiro  RJ
12/06  Feira de Adoção AMA ANIMAL – Lagoa Rodrigo de Freitas -  Rio de Janeiro  RJ
12/06  Tijuca Pet Santo Antônio GATOS – Tijuca -  Rio de Janeiro  RJ
Rio Grande do Sul
11/06  Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA – Cruzeiro -  Passo Fundo  RS
12/06  Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo – Centro -  Pelotas  RS
12/06  Feira de Doação de Cães e Gatos Brique da Redenção – Farroupilha -  Porto Alegre  RS

Grande SP
11/06  Feira de Adoção União SRD 2011 – Pompéia -  São Paulo  SP
11/06 Feira de Adoção A.P.V.V.A. Deixe Viver – Jd. Santa Cecilia -  Guarulhos  SP
11/06  Feira de Adoção Toca dos Gatinhos – Consolação -  São Paulo  SP
11/06  Feira de Doação de Cães e Gatos – Higienópolis -  São Paulo  SP
11/06  Feira de Adoção – Alphaville -  Barueri  SP
11/06 – 12/06  Feira de Adoção APAA – Santo Amaro -  São Paulo  SP
11/06 – 12/06  Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos – Ipiranga -  São Paulo  SP
11/06  Feira de Adoção Natureza em Forma – Ponte Grande -  Guarulhos  SP
11/06  Feira de Adoção União SRD – “Arraiá da ZZ” – Pompéia -  São Paulo  SP
11/06  Feira de Adoção de Cães e Gatos – Praça da Árvore -  São Paulo  SP
11/06  Adote um Focinho Carente no Tucuruvi – Tucuruvi -  São Paulo  SP
12/06  Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural – Consolação -  São Paulo SP
Interior
11/06  Feirinha de Adoção – SOS Animais Abandonados – Jd. Servilha -  Jundiaí  SP
11/06  Centro de Adoção de Cães e Gatos – Vista Verde -  S. J. dos Campos  SP
11/06  Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV – Jd. Alvorada -  S. J. dos Campos  SP
11/06  Me Leva Pra Casa G1 – Jardim Nilópolis -  Campinas  SP
11/06  Me Leva Pra Casa G2 – Jardim Aurélia -  Campinas  SP
11/06  Feira de Adoção – Centro -  Jacareí  SP
11/06  Feira de Adoção Gapa – Centro -  Indaiatuba  SP
11/06  Feira de Adoção de Animais – Jd. Maria Augusta -  Taubaté  SP
11/06  Feira Permanente de Adoção de Animais -  Jaguariúna  SP
11/06  Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV – Jd. Satélite -  S. J. dos Campos  SP
Fonte: Olhar Animal
Link: http://www.olharanimal.net/
Imagem: Ilustração/Divulgação

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como aquecer seu gatinho nesse inverno...

Assim como os humanos, os gatos sofrem com a rinotraqueíte, doença que tem uma maior incidência no inverno.
A vacina já está inclusa na imunização quádrupla ou quíntupla aplicada anualmente. Nos dois casos não existe data certa para a aplicação. Como a proteção começa mais ou menos 15 dias após a aplicação, o ideal é vacinar o quanto antes.
Para as estações mais frias do ano, os especialistas recomendam que o dono verifique se o bichinho tem a sua disposição mantas, toalhas de banhos, pantufas (isso mesmo, eles também sentem frio nos pés!), os cosméticos de tratamento para peles e pêlos - como xampú de secagem rápida.

Já, ao contrários dos cãozinhos, os gatos detestam roupinhas. É só colocar alguma coisa neles que eles começam a miar em desespero e acham que estão grudados no chão, ficam lá achando que tem algo segurando eles.
Então para esquentar esses bichinhos temperamentais nada melhor que uma cama quentinha e um cobertor. Claro que a cama e o seu cobertor são a primeira opção deles.
É verdade que é uma delícia dormir com eles nesse frio: funcionam muito bem como aquecedores de pé.




Animais sentem frio! Cuidados com os cães no inverno

O inverno nem chegou, mas as temperaturas já começaram a cair. Nesta época do ano, assim como os humanos, os cães também sofrem com o frio e, para que eles fiquem livres de doenças, é preciso tomar alguns cuidados especiais.

No frio, nenhum cão deve dormir ao relento e a maioria tem que ficar bem agasalhada.  Até mesmo os cães mais peludos, como yorkshire, maltês e poodle sentem frio e precisam ser aquecidos. Nesta época, não é aconselhável tosar o pelo animal. São indicadas somente tosas especiais para facilitar a utilização de roupas de frio.




Se até os mais peludos sentem frio no inverno, imaginem os cães de pelo curto como os pinchers, vira-latas, daschunds (mais conhecidos como salsichinhas) e outros tantos que não estão acostumados com as baixas temperaturas. Para eles, roupas não são luxo e, sim, necessidade. Os animais de pelos curtos devem usá-las o dia todo e dormir bem cobertos.Mas só as roupinhas não são suficientes para esquentar .Na hora do banho, os cuidados são redobrados, principalmente em dias frios. “Mel toma banho no chuveiro com uma água bem quentinha e depois é secada com secador de cabelo”, afirmou a fisioterapeuta.

Em dias frios, os cães devem ficar bem agasalhados, não podem dormir ao relento, os banhos devem ser com água morna e o pelo secado com secador de cabelo. É importante também que os cães sejam vacinados contra a gripe, porque nessa estação do ano estão sujeitos às doenças.
Os sintomas são bem parecidos com a gripe humana. Eles tossem, espirram, dão febre e têm coriza. Muitos chegam a vomitar de tanto tossir. Nesses casos, o cachorro deve ser levado imediatamente ao veterinário para ser medicado e assim evitar que a gripe evolua para uma pneumonia. Já existe no mercado uma vacina contra a gripe, que protege em até 80% o cão contra o vírus. Outro problema comum nesta época é a cinomose, doença grave que possui poucas chances de cura.  -De abril a julho aumenta a proliferação do vírus da cinomose. Os donos devem verificar o cartão de vacina do animal e conferir se a dose da vacina óctupla está em dia. Essa vacina também deve ser feita anualmente.



Cuidados com os cães no inverno
• Os banhos devem ser dados em dias mais quentes e com água morna

• Após o banho, os pelos devem ser secados com secador

• Evitar tosar o animal, exceto se for uma tosa especial para facilitar o uso de roupas

• O cão não deve dormir ao relento. Se o animal ainda não tem casinha, no inverno é fundamental comprar uma

• Roupas para cães não são apenas luxo. Mesmo cães com pelagem longa, mas que não são adaptados a temperaturas mais baixas, devem usá-las

• Verificar se o cartão de vacinação está em dia. No inverno, os cães estão mais sujeitos a doenças como a gripe e a cinomose

• Passear com o cão nos horários mais quentes do dia

• Aumentar a alimentação do animal em 20 a 30% ;

SEMPRE PROTEGENDO OS ANIMAIS (Serviço gratuito auxilia protetores e tutores no gerenciamento das informações de saúde e de segurança dos animais)


Serviço gratuito auxilia protetores e tutores no gerenciamento das informações de saúde e de segurança dos animais
Protetores e tutores têm um novo aliado nos cuidados com os animais. Trata-se do AnimalSystem, serviço totalmente online (não necessita ser instalado no computador) de gerenciamento de informações de animais.
O seu aliado nos cuidados com os animais
O usuário do AnimalSystem poderá cadastrar quantos animais desejar. No portal, será possível gerenciar a saúde e bem-estar dos animais, através do controle de datas de vacinação, retornos ao veterinário, galerias de fotos (do processo de recuperação), históricos de tratamentos, banhos, dentre outras funcionalidades.
Outra possibilidade é o acompanhamento de adoções. O usuário poderá criar um histórico relativo ao adotante, contendo termo de adoção, entrevistas e questionários, visitas de acompanhamento pós-adoção, fotografias das visitas etc. Animais disponíveis para adoção serão anunciados no portal do AnimalSystem e também nas páginas dos usuários (através de sistema de busca).
Todas as atividades cadastradas gerarão lembretes, que serão encaminhados aos responsáveis pelos animais. Os alertas poderão ser recebidos por e-mail e/ou redes sociais.
Pensando na segurança dos animais, o AnimalSystem terá um sistema de registro nacional de animais. A identificação ocorrerá através de coleiras. Cada animal, cadastrado neste serviço, receberá uma coleira estampada com o seu número de registro e o endereço do site do AnimalSystem.
Coleira que ajuda na identificação de animais perdidos
Ao encontrar um animal, a pessoa que o localizou informará, através do portal do AnimalSystem, o número de registro estampado na coleira e terá acesso ao contato do tutor. Para utilizar o sistema de identificação, será cobrada a confecção da coleira e o frete de envio.
Além das informações específicas dos animais, os usuários também poderão fazer o gerenciamento de eventos relativos aos animais, como feiras de adoção, palestras, cursos, feiras veterinárias, congressos, manifestações etc.
O AnimalSystem encontra-se em fase final de desenvolvimento, mas os interessados em utilizá-lo podem efetuar um pré-cadastro no site do serviço.
A plataforma AnimalSystem também oferecerá funcionalidades específicas para clínicas veterinárias, hotéis, pet shops e empresas que oferecem produtos ou prestam serviços relacionados aos animais. No caso desses usuários, o serviço será cobrado.
“O AnimalSystem surgiu da necessidade de se criar um elo de ligação entre as pessoas que gostam e protegem os animais e as empresas e profissionais que prestam serviços éticos relacionados aos animais.
O gerenciamento correto do histórico de informações dos animais (como vacinas, datas de consultas, registros de situações diversas ocorridas durante a vida do animal etc.) pode ser muito importante para um médico veterinário e também para uma empresa que pensa em desenvolver um novo produto para este público.
Este tipo de serviço tem um grande papel social, pois estimula o compromisso de responsabilidade com as questões ligadas aos animais e ajuda tutores e protetores a lidar com estas informações. Além disso, o sistema ainda pretende trazer algumas vantagens, como clube de descontos e compras coletivas, auxílio e registro dos processos de adoção e uma ferramenta de segurança com coleira de identificação e o Registro Animal System (RAS).
Tudo isso em um ambiente com cara de rede social, disponível em qualquer dispositivo com acesso à internet e integrado com os serviços mais utilizados da web.”
– Bruno Cezar Rocha (Desenvolvedor do projeto)
Mais informações em www.animalsystem.com.br

fonte: VISTA-SE

Behind The Mask (Por Trás da Máscara) – Pessoas que arriscam tudo para salvar os animais

Assista online: www.vista-se.com.br/btm

O filme é sobre ativistas dos direitos dos animais que invadem laboratórios e outras instalações que torturam animais para resgatar inocentes de uma prática antiga e cruel: a vivissecção. As ações são filmadas e fornecem imagens sobre o modo como os animais são tratados.
Behind The Mask inclui nomes conhecidos dentro do movimento dos direitos dos animais, alguns dos quais foram presos durante as ações diretas. A história de Jill Phipps, que morreu quando caiu sob um caminhão enquanto protestava é contada, com sua mãe dizendo: “Eles nos chamam de terroristas, mas a realidade é que ao longo dos anos, quatro ativistas de direitos dos animais foram mortos durante os protestos. ”
Independentemente do que se pensa sobre as táticas do Animal Liberation Front, o filme é extraordinário

sexta-feira, 27 de maio de 2011

BORDETELOSE- tosse dos canis

ETIOLOGIA E TRANSMISSÃO
A bactéria Bordetella bronchiséptica é a causa primária da traqueobronquite infecciosa canina (tosse dos canis). Embora a tosse dos canis seja a manifestação clínica mais comum da bordetelose, uma broncopneumonia fatal pode ocorrer como resultado de infecções primárias e secundárias. As infecções mistas na tosse dos canis são comuns, possuem efeito sinergístico com a B. bronchiséptica e podem ter como agentes o vírus da Parainfluenza Canina (VPIC), adenovírus caninos dos tipos 1 e 2 (AVC-1 e AVC-2), herpes vírus canino, reovírus caninos dos tipos 1, 2 e 3, micoplasmas e ureaplasmas. Individualmente esses agentes causam uma doença muito suave ou são albergados na vias aéreas de portadores assintomáticos.
A traqueobronquite infecciosa é altamente contagiosa e a transmissão ocorre por aerossóis, ou seja, gotas eliminadas na tosse e espirro de animais contaminados. Assim animais sadios em contato com animais doentes podem desenvolver a doença. É daí que surge a denominação tosse dos canis, pois a doença torna-se comum onde cães são confinados juntos como canis , lojas de animais etc.
Filhotes recém desmamados, animais imuno-deprimidos por motivos diversos (expostos a friagem, produtos químicos, alérgicos a ácaros, anêmicos, mal alimentados, estressados etc) são mais predispostos a desenvolverem a doença.
A maior ocorrência da doença ocorre no inverno, apesar de haver casos em qualquer época do ano.


Prevenção da doença:  se faz através da vacinação. Além da vacina anti-rábica e da vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza), todo o cão deve receber uma dose da vacina contra a tosse dos canis a partir de dois meses de vida com reforço anual. A vacina é intra nasal ou seja, o líquido é instilado dentro das narinas do cão. A vacinação protegerá o animal contra a parainfluenza, o adenovirus tipo 2 e a Bordetella.
Outros fatores podem causar tosse nos cães como friagem, odores fortes (produtos de limpeza, solventes, tintas...) e alergias a ácaros ou polém. Animais nessas condições estarão mais sensíveis e, portanto, predispostos a serem contaminados por um vírus ou bacteria que irão agravar o quadro respiratório.



Assim, o correto é vacinar e, no inverno, evitar passeios em horários ou dias muito frios e banhos muito frequentes , principalmente em animais idosos. Raças de pelagem curta como doberman, dashchund, pinsher e outros, sentem muito frio. Todo o cão deve ter uma casinha, canil ou abrigo no inverno. Cães que dormem desabrigados são sérios candidatos a desenvolver quadros respiratórios.

CINOMOSE - a prevenção são as vacinas.

Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos e os canídeos silvestres.
Causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns.
Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.
Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado.
A  transmissão direta é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado por ele até um animal sadio.
O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites ( pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.
Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias.
Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso podem aparecer os sinais e sintomas típicos da cinomose, dependendo da resposta imunitária do animal.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.
O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.
Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar.
Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia.
Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos: tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal.
Em alguns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono.
Em outros ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda.
Por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior (‘descadeirado’). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).
É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão, e de sua capacidade de ter uma resposta imunológica suficiente, sua sobrevivência ou não.
Digo 'quase exclusivamente' porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua “guerra” com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza (queda de resistência), aconselhar uma alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.
Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se sua morte vai ser rápida ou lenta.


A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.
Obs: Na enorme maioria dos casos não se aconselha a vacinar um animal suspeito de ter a doença. A vacina, nestes casos, pode "sabotar" o combate do animal à doença, já que também sobrecarrega o sistema imune em um primeiro momento.

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!