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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Plantas e pets: harmonia em casa


Engana-se quem pensa que animais de estimação e plantas não podem conviver bem. Claro que dá um certo trabalho, mas é possível cuidar dos dois. Temos várias dicas bacanas para evitar que seu bichinho coma as plantas ou que elas façam mal a eles. Basta manter alguns cuidados básicos.
Por exemplo: a grama que você escolher para aplicar no seu jardim faz toda a diferença. O ideal é optar por uma que seja mais resistente ao xixi do seu animalzinho, principalmente se for um gato, pois a urina deles é mais forte que a dos cachorros. As mais indicadas são a grama-esmeralda, grama-amendoim ou grama-preta. E não esqueça: a grama deve ter bastante espaço sem muitos obstáculos, para que ele possa circular livremente.
Se o seu gato ou cachorro gosta de comer as plantas, escolha as que têm odor mais forte. Isso ajuda bastante a mantê-los afastados das verdinhas. Gerânio, alecrim e citronela funcionam bem. Outra dica bacana é manter as plantas em vasos maiores que o tamanho do seu pet (se ele for um cachorro, pois os gatos alcançam qualquer alvo).
E claro, é preciso muito cuidado com o tipo de plantas e adubos que vai escolher para o jardim. Algumas podem ser tóxicas e a gente nem saber. Alerta: comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, cara-casana e bico-de-papagaio, nem pensar!
Além disso, é preciso manter o animal saudável e praticando atividades, gastando energia. Assim ele vai conviver melhor com o jardim.
Que tal começar a adaptação do quintal?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Obesidade em Cães e Gatos


Assim como em seres humanos, a obesidade em animais se define pelo acúmulo excesivo de gordura no corpo. É a doença nutricional mais comum em cães e gatos, leva a disfunções corporais e consequentemente reduz a expectativa e a qualidade de vida dos bichanos!
O que predispõe o ganho de peso é a ingesta excessiva de calorias e o baixo gasto de energia. Dieta caseira, petiscos ao pé da mesa e alimentação fora dos horários habituais podem ser os maiores vilões!
Informações importantes:
Normalmente, filhotes gastam mais energia e acabam tendo uma ingestão maior, enquanto animais idosos, fêmeas e castrados gastam bem menos energia e precisam ter sua dieta adaptada a essas condições. Não é legal deixar a ração toda a disposição, ou ceder sempre que eles aparecerem com aquele olhar “pidão” pra vocês! Mantenham a recomendação indicada para a idade e a raça deles e estimulem brincadeiras!
Animais em apartamentos ou que passam a maior parte do dia sozinhos tem mais propensão a obesidade, justamente por não terem companhia ou alguém estimulando-os a brincar!
Claro que o veterinário levará em consideração também o histórico do nosso pet, características, raça ou doenças pré-existentes que podem interferir e causar esse ganho desproporcional de peso. Mesmo tendo um veterinário a disposição, é nossa responsabilidade ficarmos atentos aos primeiros sinais, até porque é assim que poderemos  ajudar a evitar as maiores complicações da obesidade: diabetes tipo 2, doenças respiratórias e cardíacas, osteoartrite, hipertensão e câncer.
Existem programas de exercícios e dietas prescritos por veterinários que tem resultado muito positivo no tratamento da obesidade, mas podemos tomar iniciativas com algumas ações simples! Isso vale como prevenção, assim como nós não devemos nos entregar ao sedentarismo, nossos pets também devem ser estimulados a manter um equilibrio saudável entre as brincadeiras e a alimentação!
No caso dos gatos, procurar estimular com brincadeiras de caça, brinquedos que atraiam a atenção deles, colocar a ração mais distante dele ou num lugar mais alto, que faça-o andar além do habitual já ajudará na perda de peso. As vezes é um processo lento, mas necessário!
Para os cães também é preciso estimular brincadeiras e caminhadas. E se vocês tem o hábito de correr, levem-os para correr junto, façam com que eles se exercitem e gastem as calorias excedentes!
Detalhes que devem ser levados em conta:
Gatos: são preguiçosos por “natureza” – sim, mas nem tanto! Não deixem que isso mascare possíveis problemas de obesidade. Por serem mais letárgicos ou mais preguiçosos, o problema pode passar despercebido. Se notar que seu gato, que era super brincalhão, anda ficando muito tempo deitado, praticamente naquela vidinha de “comer e dormir” e quase não brinca mais, procure logo um veterinário!
Cães: no caso deles o que acontece é que nem sempre é só uma ingesta maior de calorias que causa a obesidade, cães são suscetíveis a doenças como hipotireoidismo por exemplo, que podem ser responsáveis pelo ganho excessivo de peso. Por isso é tão importante que o veterinário faça o acompanhamento. Não dá para simplesmente diminuir a alimentação, tem que investigar as causas sempre, do contrário, ao invés de ajudar seu bichano, você pode estar causando mais problemas!
Aqui tem uma tabela super completa com as características e alterações em relação ao peso, vale a pena analisar e comparar com seu pet em casa!
Lembrando que o essencial é que sejamos responsáveis com saúde deles, assim como devemos ser com a nossa!
Procurar um veterinário (essa dica sempre vai estar presente) é fundamental para que tudo ocorra da maneira correta, do diagnóstico ao tratamento, tudo deve ser supervisionado por esse profissional. Dietas, exercícios e algumas recomendações especiais para cada caso devem vir destes profissionais sem dúvida nenhuma, pois é a vida – e a qualidade de vida – do seu pet que está em jogo!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mais de um?


Cachorros são bichos bem sociáveis que adoram companhia, mas às vezes passam quase todos os dias sozinhos em casa, pois seus donos trabalham e estudam, só podendo dar atenção quando chegam à noite. Nesses casos é bastante comum pensar em ter um segundo cãozinho para amenizar a solidão. A bagunça em casa pode aumentar, já que um cachorro estimula o outro, mas isso pode ser uma coisa boa, cães velhinhos, por exemplo, tendem a voltar a correr e comer melhor com a chegada de um novo filhote em casa.
Mas infelizmente não são todos os cães que se adaptam a chegada de um novo coleguinha, principalmente se ele não foi socializado com outros animais desde filhote. Ciúme e brigas pela atenção dos donos também são comuns, o risco de macho e fêmea brigarem é menor do que cachorros do mesmo sexo, mas ai existe o inconveniente de ter que separá-los em épocas do cio. De resto é só aproveitar a alegria em dobro que eles podem trazer.

Gato ciumento: como lidar?


Seu gatinho arranha muito o sofá? Fica de cabeça para baixo na sua frente? Pula em cima de todos os móveis e escala o notebook e o livro quando você tenta ler e escrever? Senta em cima da televisão quando você está assistindo o final do seu filme preferido e mia sem parar enquanto você toma banho? Ok, fique tranquila, ele é absolutamente normal. Porém, um pouquinho ciumento. Confira as dicas de como lidar com as artimanhas do seu gatinho!
Algumas coisas que você PRECISA saber para manter uma relação harmoniosa com seu gato:
Ciúmes: O gato é um bichinho muito ciumento. Muito mesmo. Se você tem mais de um gato, ou se tem um gato e mais um pet, ele sempre vai ficar observando o seu tratamento. E não vai gostar nada nada se ver que está recebendo menos carinho que o amigo. Ou seja, aprenda a dar amor em doses iguais aos seus pets.
Gato na cama: Eles adoram lugares macios e quentinhos (mesmo no verão) e sempre vão preferir a sua cama para dormir. Atenção: você tem a opção de deixar ou não. Controlar os gatos é uma tarefa difícil, mas eles podem aprender. Seja enérgico ao dizer “não” e bata com o travasseiro na cama (jamais no gato) para que faça barulho e o assuste, tentando fazer com que ele não volte à cama.
Educação: Esta dica é para complementar a de cima. O gato tem personalidade forte e intransigente, o que torna muito difícil a tarefa de educá-lo. Seja enérgico e principalmente, respeite o animal e seus momentos (se você gosta de carinho 24 horas por dia, não tenha um gato). Diga não e bata palmas fortes quando ele fizer algo errado. Mas jamais bata no gato. Ele ficará “de mal” com seu dono e irá se vingar de alguma forma. Como por exemplo quebrando algo em casa.
Mágoa: Os gatos são extremamente magoáveis. Motivos: se fica muito tempo longe do dono, se é xingado ou maltratado, se não pode ficar no colo. Tudo isso faz com que ele se sinta rejeitado e um pouco deprimido com você. Para quem mora em casa: os gatos podem querer trazer “agradinhos” aos donos (leia-se ratos, passarinhos, borboletas, etc.). É a forma de retribuir o carinho. Entendam assim.
Limpeza: Os gatos não gostam de sujeira. Assim como nós. Portanto, mantenha a caixa de areia sempre limpa, caso não queira que eles façam as necessidades em outros lugares. Manter a casa livre de pelos também faz a diferença. Tenha um aspirador de pó sempre por perto.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Teste revela como funciona a mente dos cachorros


Você sabe como funciona a mente dos cachorros? Será que eles entendem mesmo as ordens que a gente dá? Como você acha que funciona o cérebro de um cachorro? 

A pesquisadora americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal, se dedica a estudar a cabecinha deles. E sabe o que ela diz? Que a gente os interpreta mal os cachorros. A gente acha que eles entendem tudo.

“Eu bato o maior papo com ele, falo tudo. Ás vezes eu to brava com meu marido, eu falo pra ele: olha o teu pai aprontando”, afirma Pâmela Andalati, empresária. 

Mas essa falação acaba gerando ansiedade no animal, segundo uma veterinária. 

“Às vezes é melhor resumir um pouco a comunicação com o cachorro, falar menos e falar mais direto, mais claramente as palavras que ele já está acostumado a escutar. Passear, hora da comida, vamos pra cama, vamos brincar. Isso eles entendem”, orienta Daniela Ramos, veterinária da USP especialista em comportamento animal. 

Porque o que eles mais entendem não são nossas palavras - são os gestos e expressões faciais. 

“Quando o dono fala "cadê a bolinha?" O dono sem querer deu uma olhadinha para aquele canto da sala onde ficam os brinquedos e ele capta essa comunicação que não é verbal. E busca a bolinha sem precisar entender o significado da palavra bolinha”, explica a veterinária. 

E como é que será que o cachorro se comporta quando os donos não estão em casa? Você sempre quis saber, não é? 

Então a gente decidiu fazer o teste: trouxemos uma câmera pra grudar aqui na varanda. Enquanto a Lílian e o Alessandro estão no trabalho, esta câmera vai gravar tudo o que a Julie está fazendo. Vamos ver o que acontece? 

“Tchau, minha princesa, linda da mamãe. Fica aí que eu já venho. Tá bom?”, se despede Lílian. 

Júlie vai até a porta, dá uma olhadinha,deita no chão,e decide subir no sofá. 

Ela dorme. Dorme bastante. Os donos acertaram. Quando acorda não quer nem saber dos brinquedinhos. Mas uma coisa chama atenção de Julie. Ela reagiu ao toque do telefone. “Mas o que ela queria, atender? Ou chamar alguém?”, pergunta Alessandro. 

A audição do cachorro é tão apurada que enquanto você está aí assistindo à TV, ele ouve também a torneira na cozinha, alguém penteando o cabelo, digitando no computador, uma bicicleta passando na rua e o tic tac do relógio - tudo ao mesmo tempo. 

É que o cérebro dos cachorros reage muito mais a ruídos do que a imagens. Eles enxergam o mundo muito menos colorido que a gente. 

Simulamos a visão de Julie. Como qualquer cachorro, ela reconhece apenas tons de azul, amarelo e as variações do cinza. 

Em compensação sentem cheiros a quilômetros de distância. O olfato deles equivale a nossa visão, explica a cientista americana. Quantas vezes você já não se irritou quando seu cãozinho se esfregou na grama depois do banho? 

Pois saiba que ele só quer de volta o cheirinho de cachorro. 

A lambida nem sempre é uma demonstração de carinho. 

“Às vezes, ele quer um pouco do sanduíche que você comeu”, diz a pesquisadora Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. 

O cheiro ainda está na sua boca, mas só eles percebem. 

Jack e Luck ficaram sozinhos no feriado. Latiram pra burro, ou melhor pra cachorro. 

E não adianta dar bronca depois. A memória deles é curta. 

“Ele nem lembra mais o que foi feito. Ele não vai associar aquela bronca com o ato que ele manifestou muitas horas atrás”, afirma Daniela Ramos, veterinária. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cão de resgate


Dolly, raça boiadeiro australiano.
Profissão: cão de resgate
 
O trabalho com cães de resgate no Brasil é desenvolvido apenas nos estados de S. Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Rio de Janeiro. A maioria dos animais é treinada em corporações militares, como Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, desempenhando um papel fundamental na localização de pessoas perdidas em florestas, desabamentos e soterramentos.
A capacidade de trabalho de um cão farejador para localizar pessoas equivale a 20 homens desempenhando a mesma função de busca, sendo que o animal pode realizar a tarefa em um tempo muito menor.
Marcelo Coruso, da Ong Cães de Resgate, treina animais para esse trabalho desde 1995, quando participou de cursos de treinamento de cães de salvamento, nos EUA. Nina, uma labradora falecida em 2004 aos 12 anos, foi o primeiro cão de resgate do Brasil, treinado por Coruso.

Cães farejadores em busca de pessoas soterradas - RJ
 
Segundo Marcelo, o treinamento dos cães se inicia em qualquer idade, quanto mais cedo melhor, mas é necessário que o animal passe por um 'teste vocacional'. Uma vez aprovado, o cão deverá freqüentar um curso de obediência e, posteriormente, será treinado para o resgate através de brincadeiras com o aroma a ser procurado.
Com relação às raças utilizadas, Marcelo esclarece que, à exceção de raças muito pequenas e frágeis, ou muito grandes, como o dogue alemão, qualquer cão está apto a ser treinado, desde que tenha habilidade para o trabalho.

Curso para cães farejadores - RADA/RAR
No Brasil, o número de cães de resgate tem aumentado e já acontecem encontros de cães farejadores, eventos nos quais os condutores com seus animais participam de provas em diferentes ambientes, tentando descobrir os diversos odores.
A Ong Cães de Resgate dispõe de animais das raças Boiadeiro australiano (australian cattle dog), Springer spaniel e Rottweiller, treinados como farejadores. 

Apesar do trabalho tão importante realizado por esses cães, como todo serviço voluntário realizado por Ongs, é necessário patrocínio para manter os animais e deslocá-los para áreas mais distantes e até outros estados onde ocorrem os acidentes e desastres. Por falta de recursos, muitas vezes não é possível transportar os cães, e vidas podem deixar de ser salvas...

Dara, cão de resgate, Cão Herói 2005 Os cães usados em salvamentos desempenham um papel tão importante na ajuda ao ser humano que já começam a ser reconhecidos. A cadela Dara, uma labradora que auxilia o 1º Grupamento do Corpo de Bombeiros de São Paulo em deslizamentos de terra com vítimas, foi a vencedora do Concurso Cão Herói 2005, promovido pela Pedigree, no Brasil.
Sob a condenação de Marcelo Caruso, cursos de salvamento e resgate com cães são ministrados pela 1a. União de Montanhistas - RADA/RAR. O objetivo é formar treinadores, militares ou voluntários, e seus cães.

Cães de resgate
Foto: atentado ao WTC - NY (set/2001) - Reuters
Os cães de resgate são usados para localizar crianças perdidas, cadáveres, vítimas de afogamento ou avalanches, sobreviventes debaixo de escombros, suspeitos de crimes ou fugitivos da polícia.
Geralmente as raças de trabalho e esporte se saem melhor como cães de resgate. Isso porque elas vêem sendo aprimoradas ao longo dos séculos para servir ao homem. Golden Retrievers, Labradores, Pastores Alemães, Border Collies e Malinois são algumas das raças mais populares usadas no treinamento de cães de resgate.
Todas as pessoas têm um odor individual que provém da constante descamação de células mortas da pele, óleos produzidos pela pele e cabelo, respiração e transpiração. Gêmeos idênticos têm odores diferentes para os cães. O olfato apurado do cão pode detectar no solo, o odor de uma pessoa vários dias após ela ter passado pelo local. Cães treinados podem também detectar odores trazidos pelo vento ou sobre a superfície da água. São capazes de identificar odores abaixo de vários metros de entulho.
Os cães naturalmente sabem como encontrar um odor. Seu ancestral, o lobo, usava esse sentido apurado para sobreviver, farejando e caçando sua presa. O treinamento dos cães de resgate consiste em fazer com que o cão compreenda que queremos que ele nos ajude a encontrar certos odores, e que será recompensado por isso. No treinamento, específico para cada modalidade de resgate, a pessoa localizada pelo cão, assim como seu condutor, brincam com o animal e o recompensam pelos acertos.
Os cães que passarão pelo treinamento são avaliados quanto à obediência, sociabilidade, agressividade e medo de ruídos. Receberão treinamento de agility percorrendo obstáculos diversos, simulando locais de escombros. O treinamento, 20 a 30 hora por semana, deve ser iniciado na fase de filhote. Um cão e seu condutor estarão aptos para o trabalho de resgate após 2 anos de treinamento.
Nem todos os animais conseguem se "graduar" como cães de resgate. O cão terá que trabalhar em ambiente de estresse, procurar partículas microscópicas de odor humano, voar em helicópteros, navegar em barcos e depois de passar várias horas preso em caixas de transporte, pular e sair farejando... Não é um trabalho para um cão comum!!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Os cachorros sentem cheiro de medo?


Quando alguém diz que os cachorros percebem se uma pessoa está com medo, está certo. Mas dizer que é porque eles sentem "cheiro de medo"é um pouco de exagero. Mesmo que a primeira reação do cão seja cheirara a pessoa, não é assim que ele vai descobrir seu temor.
De acordo com a veterinária e terapeuta Rúbia Burnier, o que faz um cão agir com agressividade diante de alguém não é o cheiro, mas a atitude, a postura, a tensão muscular e a expressão facial. Se perceber que o indivíduo está com medo, o animal pode interpretar isso como uma ameaça e reagir para se defender.
"Quando sentimos medo,nosso organismo entra num estado de estresse que desencadeia reações físicas como o aumento dos batimentos cardíacos e do fluxo sanguínea do cérebro para os músculos, aceleração da respiração, dilatação das pupilas e aumento da transpiração corporal", detalha Rúbia.
Ela diz ainda que o olfato é ferramenta crucial no processo de comunicação dos cães, e que, por meio do cheiro contido na urina e na região genital, eles transmitem suas características de personalidade e seu estado emocional. Assim, ao cheirar uma pessoa, o cachorro está procurando essas pistas, pois é isso o que ele faria se estivesse diante de outro cachorro.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

É verdade que gatos se apegam somente à casa?


Este é o maior mito a respeito dos gatos: que eles se apegam à casa e não ao dono. Os gatos se acostumam com as casas de seus donos, isso é verdade. Mas se o dono se mudar e souber levar o seu gatinho junto, não haverá problemas.
Como se faz? É simples. Basta lembrar que os gatos pulam muros. Por isso, quando chegam à casa nova, muitas vezes pulam o muro antes de se acostumarem ao seu novo lar. Em seu passeio pela nova vizinhança, qualquer coisa na rua pode distraí-los ou pior, assustá-los. Como ainda não reconhecem a nova casa como seu lar, tentam voltar para a casa antiga, onde tinham segurança e conforto.
Isso não aconteceria se o seu dono tivesse tomado uma medida muito simples: prender o gato em um cômodo da casa por uma semana. Monte um quartinho para o gato, com comida, água sempre fresca e um lugar confortável para dormir. Ah, não esqueçam da caixinha de areia. Após uma semana, solte-o para o restante da casa, mas ainda não o deixe sair para a rua. Conviva o máximo que puder com ele, para ele entender que você também está morando nesta nova casa. Com o tempo, a casa vai adquirir seu cheiro e o gatinho vai se sentir mais seguro.
Observe o comportamento do gato. Quando ele estiver calmo e à vontade na nova casa, é hora de deixá-lo sair. Fique por perto nas primeiras explorações pelo quintal. Prenda-o novamente em casa. Solte-o em dias alternados. Pronto, seu gatinho já aprendeu que ganhou um novo lar. O processo é um pouco mais demorado do que seria com um cachorro, mas é perfeitamente possível.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Paquistão continua com lutas ilegais entre ursos e cães

O Paquistão não está a cumprir a lei que proíbe as lutas entre cães e ursos, embora defenda estar decidido a fazê-lo, segundo revelou esta semana a World Society for the Protection of Animals (WSPA).
As lutas entre dois cães e um urso preto asiático, desprovido das suas garras e dentes, são proibidas por lei no Paquistão. Embora o governo argumente que já decidiu acabar com estas práticas, acrescenta que precisa de mais tempo. No entanto, a espécie conta apenas com 300 indivíduos no país, segundo a WSPA.
Entretanto, a organização WSPA já construiu um santuário, no parque de Kund, província ao norte do país, para acolher os ursos atormentados por estes espectáculos, com uma capacidade para cerca de 50 animais. Esta medida resultou de um pedido do governo do Paquistão para a existência de um lugar para albergar os ursos confiscados aos seus donos. Desde que ficou pronta, em Maio, a zona continua vazia.
Segundo Peter Henderson, responsável pelo projecto de libertação dos ursos da WSPA, "as autoridades paquistanesas enredaram a WSPA em falsas promessas e levantaram obstáculos burocráticos quanto à tomada de acção contra as lutas ilegais". Por sua vez, o governo do Paquistão defende-se afirmando que as medidas levam tempo para se infiltrarem nas zonas rurais, onde os espectáculos se desenrolam.
Este tipo de lutas entre ursos atados a troncos e cães treinados para o efeito foi introduzida no Paquistão há cerca de 200 anos pelos colonizadores ingleses. Apesar de raramente morrerem, os ursos ficam gravemente feridos no focinho e orelhas. O objectivo da luta é ver qual dos cães consegue derrubar o urso. Normalmente é este último que perde.
De acordo com a WSPA, realizam-se mais de 50 espectáculos anualmente, entre Novembro e Abril, nas províncias de Punjab, Sind e Baluchistan.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Como o cão enxerga


Quando se fala de visão canina, logo vem a pergunta: a espécie enxerga em cores ou em preto e branco? Esse assunto será abordado a seguir, mas trata-se apenas de uma das características da visão. Dizer que sabemos como o cão enxerga não se reduz a conhecer essa resposta!
Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.
A principal diferença é que os cães não conseguem distinguir o verde do vermelho. Para nós e para outros animais, como pássaros e macacos, que comemos frutas, a diferença entre essas cores é gritante porque é muito vantajoso diferenciar rapidamente as frutas vermelhas das folhagens verdes, por exemplo.

Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.

Faça o teste: segure o cão sobre um gramado bem verde e jogue uma bolinha azul e uma vermelha. Solte-o somente quando as bolinhas estiverem a pelo menos uns 10 metros de distância. Provavelmente, o cão optará por seguir a bola azul, muito mais visível para ele.
Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.
A visão noturna é importantíssima para os animais que caçam no escuro, por dependerem basicamente da luz da lua e das estrelas. É o caso das matilhas selvagens e das alcateias, cujos uivos, usados também para reunir o grupo para caçar, podem ser mais ouvidos à noite, especialmente nas noites claras.
Faça o teste: com uma câmera de vídeo que filma no escuro (infravermelho) observe como o seu cão se locomove num quarto totalmente escuro. Coloque uma caixa ou cadeira fora de lugar e observe se ele desvia antes ou depois de tocá-la com a cabeça ou bigode. Depois, estimule o cão a andar – jogue uma bolinha que ele adore ou chame-o na sua direção – e aumente a luminosidade aos poucos (use luzes com intensidade ajustável ou permita que a luz da rua entre). Haverá um momento em que, apesar de você ainda não enxergar os objetos, o cão já desviará deles com facilidade. Isso mostra que ele enxerga com muito menos luz do que nós.
Vê de costas?
Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.
Faça o teste: olhe para a frente e traga suas mãos com as palmas abertas a partir de trás da cabeça até enxergá-las. Você só as verá quando estiverem um pouco à frente das orelhas. Isso mostra que a amplitude visual humana é de aproximadamente 180 graus. Experimente fazer isso com o seu cão. Aproveite quando ele estiver olhando fixamente para um local. Mova um objeto de trás para a frente até que ele o perceba e vire a cabeça, querendo-o. Repare como o objeto é percebido, mesmo estando ainda atrás do cão. Fique atento: como o olfato e a audição dos cães são fantásticos, tente evitar que o objeto seja percebido pelo cheiro ou pelo barulho.
Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.
Faça o teste: amarre numa cordinha um objeto que o cão adore. Prenda o cão num ponto fixo e distraia-o. Coloque o objeto a uma distância tal que fique difícil de ele ver facilmente. Solte o cão e, quando ele estiver “perdido”, procurando o objeto, puxe a cordinha para o objeto se mover. Observe como é localizado facilmente quando entra em movimento. Só não dá para sugerir uma distância padrão, porque o alcance da visão dos cães varia bastante e muitos deles são míopes.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cães aprendem a dirigir na Nova Zelândia

Uma instituição que cuida de cães abandonados na Nova Zelândia está ensinando estes animais a dirigir.

As aulas para os três cães, Monty, Ginny e Porter, fazem parte de uma campanha da Sociedade para Prevenção da Crueldade contra Animais (SPCA) do país.

O objetivo da brincadeira é encontrar novos lares para cachorros abandonados, mostrando o quanto eles podem ser inteligentes.

O treinamento dos três começou em setembro, com movimentos simples, como sentar na posição para dirigir, apertar o acelerador e mudar a posição de um câmbio de brinquedo.

Depois de cinco semanas, o treinamento progrediu e eles começaram a se movimentar em um carrinho, ainda dentro do centro de treinamento.

Depois de sete semanas, eles finalmente entraram em um carro de verdade, modificado para que os cães alcançassem os pedais com as patas.

Eles ainda vão passar por uma prova final de direção que deve ocorrer na semana que vem e será transmitida pela TV. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Feira no Ibirapuera agora tem oposição de donos de cães

Frequentadores da Praça David Eisenhower, na região do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, podem formar uma associação para impedir a realização de uma feira exclusiva de produtos orgânicos, autorizada pela Prefeitura para operar no local todos os sábados - a inauguração será hoje. O grupo afirma que os comerciantes vão ocupar o espaço utilizado por cachorros.



O protesto dos donos dos animais já foi parar nas redes sociais. Uma página foi criada no Facebook para debater o tema e providenciar soluções. Ontem, mais de 60 pessoas já tinham aderido à discussão.

A empresária Rita Aizenstein Furman, por exemplo, considera a praça, que é protegida por grades, o "único endereço adequado" na cidade para receber os cachorros. "Há anos o espaço cercado é o único lugar em São Paulo ideal para cachorros, pois é cercado e sem riscos para animais e humanos", disse.

O grupo já batizou a futura entidade como Associação Cão Boa Praça. A expectativa é que o estatuto seja aprovado até o dia 1º de dezembro. Uma assembleia para a escolha dos representantes deve ser realizada ainda neste mês. O principal temor dos envolvidos é que os cachorros sejam proibidos de frequentar o endereço por causa da realização da feira, já que serão vendidos produtos alimentícios no local durante o evento.

A Prefeitura nega que o espaço reservado aos cães será ocupado pelos comerciantes. De acordo com Marcio Stanziani, secretário executivo da Associação de Agricultura Orgânica (AAO), as barracas serão posicionadas em volta do cercado frequentado pelos cachorros. "Tudo vai continuar como está. Não haverá nenhum prejuízo aos animais e seus donos", afirmou.

Apesar do compromisso, Rita ainda vê riscos. Para protestar, a empresária está convocando os donos de cachorros que frequentam o local para comparecer ao cercado hoje, já que existe a expectativa que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) compareça à inauguração da feira.

Esse é o segundo movimento contrário à realização do comércio exclusivo de orgânicos no bairro. Há cerca de um mês, conselheiros do Parque do Ibirapuera conseguiram impedir a inauguração do comércio no Viveiro Manequinho Lopes, área anexa ao parque. Para não deixar os feirantes na mão, a solução encontrada foi transferir provisoriamente a feira para a praça.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

CÃES ENFRENTAM ROJÕES COM TREINO


Tratamento evita estresse de animal no réveillon


31 de dezembro de 2012 | 2h 01

DENIZE GUEDES - O Estado de S.Paulo
Você pode até não acreditar, mas há cães que adoram o barulho de um rojão, de um estrondo de fogos de artifício - como os que virão na passagem de ano. É que eles aprenderam a relacionar o som, desagradável para a maioria dos cachorros, à crença de que algo divertido - com muitos petiscos, de preferência - vai acontecer.

Milagre? Não, fruto de estímulo trabalhado em relação ao ruído. "Vamos passar o ano-novo só na correria, brincando com os cachorros com bolinhas, frisbees e petiscos escondidos", conta Raquel Yukiehama, dona da Dog Resort, creche e hotel para cães no Planalto Paulista, zona sul de São Paulo. "A ideia é criar e reforçar a associação positiva (de prazer com o som)."
Raquel explica que, apesar de os cães terem a audição quatro vezes mais apurada que a dos humanos, o que mais os deixa incomodados e assustados é o fato de não saberem de onde aquele barulho vem. "É como se fosse uma punição despersonalizada, que vem do nada", diz.
A zootecnista Sara Favinha, sócia da Tudo de Cão, empresa especializada em comportamento animal, concorda. "O problema nem é tanto a audição, mas o desconhecido. É diferente de desenvolver medo do liquidificador, em que o cão nota que é aquele o objeto responsável pelo barulho. Com os fogos não é assim."
Tratamento. Quando não tratado, o medo dos "estrondos" pode levar o animal até a se machucar. "Um cachorro que seja acostumado a ficar do lado de fora da casa pode se jogar contra uma porta de vidro ou sangrar a pata de tanto tentar entrar em casa."
Quando o caso é severo, o ideal é procurar a ajuda de um profissional que detecte a intensidade do temor e indique um tratamento. "Há veterinários que prescrevem calmantes, até para preservar a integridade física do bichinho", conta Sara.
Uma dica para começar a tratar os temidos rojões e fogos é fazer o cão já gastar energia - com longos passeios, por exemplo - na véspera e no dia de réveillon ou de um jogo de futebol. Deixá-lo ficar mais dentro de casa nesses dias também ajuda.
Outra saída é comprar um CD com ruído de fogos, à venda em pet shops, e colocá-lo para tocar, aos poucos, na hora em que o cão estiver se alimentando. Isso ajuda a trabalhar a ideia de prazer na cabeça do animal. Se não tiver jeito, horas antes da meia-noite, coloque um pouco de algodão no ouvido do animal. Isso vai abafar os estampidos.



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quinta-feira, 9 de junho de 2011

A exibição de animais nos circos tem os dias contados...

 Uma  lei proíbe a compra de macacos, elefantes, leões ou tigres e impede a reprodução dos animais existentes nos circos. Talvez alguém não entenda o por que...simples: os animais eram maltratados .  Quase todo mundo já foi ao circo quando criançã ver os animais, correto? As apresentações eram mesmo lindas, mas hoje ao me deparar por que os animais não estão mais lá, vejo o quanto essa decisão foi sensata...Eles ( os treinadores) judiavam demais dos animais para que "aprendessem" a fazer o "SHOW"....Na verdade não aprendiam, eram condicionados pelo sofrimento....  Fui buscar explicações e quero que saibam como os animais eram tratados, fico feliz por não termos mais animais no circo!
A história dos animais no circos remonta da Roma Antiga, quando eram exibidas corridas bigas, espetáculos de animais domesticados, encenação de batalhas, acrobatas e malabaristas. Durante os séculos o circo evoluiu e as companhias itinerantes com artistas de diversas classes andam mundo afora armando suas barracas de lona e apresentando seus espetáculos que fizeram e fazem a alegria dos expectadores. Entretanto a evolução também trouxe a conciencia do sofrimento dos animais que são presos nos circos, e muita controvérsoia se gerou em torno do tema, de tal forma que aos poucos o uso de animais no circo tem sido abandonado de forma gradativa, e em alguns estados brasileiros seu uso é proibido como Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraiba e Rio de Janeiro. Esses estados brasileiros dão exemplo proibindo a apresentação de animais nos circos.
Uso de Animais no Circo
Uso de Animais no Circo
Os argumentos de quem se opoe ao uso de animais em circos são validos. Esses animais são presos em cativeiro e muitas vezes são mau-tratados, além de receberem alimentação inadequada, pois a alimentação de um tigre, um elefante, um urso ou mesmo um leão é bastante dispendiosa. Outro argumento valido e real é de que os animais ficam trancafiados em espaços pouco maior do que o próprio corpo a maior parte de suas vidas, pois só saem das jaulas para os treinamentos e para as apresentações, além disso esse grupo pergunta: o que é feito desses animais quando eles não podem mais atuar no circo porque ficam velhos? Se forem soltos na natureza morrerão logo, pois não tem condições de sobrevivencia.
Maltrato de Animais no Circo
Maltrato de Animais no Circo
Na internet encontramos diversos sites de defesa dos animais que mostram fotos de girafas e também de animais de diferentes espécies sendo tratados em condições precárias nos circos e em outras formas de cativeiro. Segundo essas organizações esses animais devem ser recolhidos e encaminhados para zoologicos que possam oferecer tratamento adequado aos animais, uma vez que eles não podem mais serem soltos no seu meio ambiente natural, pois não aprendenram a se defender nem a buscar seu próprio alimento. Essas associações e organizações atuam em todo o mundo e defendem a preservação dos animais e da fauna de todo o mundo, atuando contra o trafico de animais o desmatamento a contaminação das aguas e todas as formas de agressão a vida do planeta.
Essa com certeza é uma bandeira que vale a pena levantar!

 

Eu amo os animais

Eu amo os animais

Assisti comovida ao documentário sobre a vida e a morte de Timothy Treadwell,



um americano que passou 10 anos de idas e vindas ao Alaska para proteger os ursos. Ironicamente foi morto por um deles, em 2003, juntamente com a sua companheira que tinha medo deles. Seus amigos mais próximos de acampamento foram as raposas (mãe e filhotes), além dos ursos que sempre protegia contra a curiosidade e a desumanidade dos seres humanos. Supostamente o urso que o matou fora o que os guardas do local de preservação derrubaram com um forte tranquilizante para marcá-lo. No meu entendimento, esse fato foi suficiente para que este animal não mais quisesse proximidade com os humanos. Timothy o filmou poucas horas antes de morrer. Seus últimos momentos foram gravados em áudio, pois não houve tempo para retirar a tampa da lente da filmadora. Dizia ele que iria protegê-los mesmo que precisasse morrer por isso. E assim foi.

Identifiquei-me imediatamente com ele, embora não tivesse a coragem que ele teve. Mas entendi o seu amor por aqueles animais que ali estavam tentando sobreviver num habitat sem muitos recursos naturais. Já não havia peixes em abundância.

Estamos matando o planeta. Os sinais já estão mais do que visíveis com tudo o que já acontece no mundo. Eu poderia fazer uma lista quilométrica de tudo de errado que os humanos estão fazendo, mas prefiro falar do que podemos fazer para começar a reverter a situação.

A primeira medida, em caráter de urgência, é implantar definitivamente, como matéria obrigatória em todas as escolas desde o maternal até o último estágio na Universidade, a disciplina "AMOR À NATUREZA". Mas com seriedade e não como vejo em algumas escolas onde essa aula é ir para um laboratório dissecar sapo ou encher uma sala de plantas e bichinhos para depois constatarem que nas férias de julho, não havia ninguém pra cuidar e morreram todos.

É parar de ir aos circos que ainda teimam em usar animais, cruelmente treinados, para ganhar dinheiro com isso. É parar de dar bicho de estimação a uma criança sem que ela esteja preparada para tê-lo e muito menos os pais, aumentando ainda mais a fila de abandonados na porta da
SUIPA, como se não bastassem as centenas que já existem lá.

Os animais vieram para esse planeta com algumas missões e provas, mas certamente tortura, desprezo e desrespeito não estão incluídos nelas. Muitas vezes, como ser humano, sinto vergonha, pois não reconheço nenhuma superioridade em nossa raça quando vejo acontecerem coisas assim. Soube pelos jornais que muitas pessoas viajaram deixando os seus animais domésticos dentro de seus apartamentos uivando, depois de muitos dias de solidão e de fome. Sinto vergonha, pois deveria haver leis mais rigorosas quanto aos maus-tratos e ao abandono aos que só nos demonstram amor.

Se há desprezo por aqueles que nos acompanham com total dedicação e afeto, o que pensar sobre a sorte dos chamados "animais selvagens", que sempre sofrem a perseguição de caçadores que colocam suas cabeças como troféus em suas salas ou os capturam para comércio...

Pobres seres humanos! Quão pequenos somos diante de tanta grandeza e beleza da natureza! Como precisamos aprender com eles se quisermos reverter o quadro ruim que a cada dia se aproxima mais e mais! Pobres humanos que ainda estão longe de sua ascensão, enquanto não acordarem para a grandeza dos animais!

 
Texto revisado por Cris
DICA DE FILME PARA ESSE FINAL DE SEMANA:

Grizzly Man (2005)
Starring: Werner Herzog; Timothy Treadwell; Larry Van Daele; Amie Huguenard; Franc G. Fallico; Carol Dexter; Val Dexter.
Directed by: Werner Herzog.
Colour/103 Minutes/R

fonte: http://www.abrigodosbichos.com.br/Forum/Topico357.htm

Agressividade dos animais....leia mais sobre isso....

Quem nunca ouviu falar que um cachorro pode ser parecido com o próprio dono? Parece bobagem imaginar que o do ser humano consegue influenciar na mansidão ou na de um animal. No entanto, o “Relação homem-animal e bem-estar do cão domiciliado”, realizado por Sheila Ferreira e Ivan Sampaio, pesquisadores da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais, confirmam que essa relação existe sim. O foi divulgado pela Agência Notisa.
A alerta que emoções, como medo e frustração, por exemplo, podem comprometer o bem-estar do animal, o que acaba colocando em a família que o acolhe. “Um animal que experimenta bem-estar, provavelmente, vive em um onde as pessoas lhe proporcionam saúde física e mental”, resumem os pesquisadores.
A determinação de um comportamento , por exemplo, não depende exclusivamente da raça, se ela é brava ou calma, mas, principalmente, do modo como o cão é criado. “Independentemente da causa que levou o cão a apresentar uma agressividade despropositada, os proprietários serão sempre os responsáveis pelos atos de seus animais”, argumentam Sheila e Ivan.
No estudo, realizado em 60 residências, os pesquisadores verificaram que 83,3% dos cães eram “mansos”, 90% eram “tranquilos” e 56,6% apresentavam uma boa “condição corporal”. Porém, apenas 43,3% apresentavam simultaneamente as três características, ou seja, experimentavam bem-estar adequado.
Segundo eles, o estado de intranquilidade é considerado um comportamento anormal, um sinal de , que revela um desequilíbrio entre o animal e o seu ambiente.
Fonte: Jornal Mogi News
Autor: Talita Corrêa
Link: http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1207&idedito=82&idmat=93426
Imagem: Ilustração/Divulgação

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!