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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

GESTAÇÃO E PARTO


Acompanhar a gestação
A gestação nas cadelas, dura em torno de 55 a 65 dias, ou seja, de sete a nove semanas. O que vai depende de fatores, como o número e tamanho dos filhotes. A ultra-sonografia confirma a gestação, mostra o número de fetos e sua posição no útero, e ainda é importante ferramenta para acompanhar o desenvolvimento dos filhotes.

30 dias - Pode ser feito diagnóstico através de palpação
35 dias - Observa-se o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Aumento acentuado de peso
40 dias - Abdome está maior
45 dias - Radiografia evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros
49 dias - A cabeça dos fetos é palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias.

A partir da 8ª semana de gestação (56 dias), o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura.

Nas três últimas semanas - média de 40 dias de gestação
A alimentação deve ser reforçada. O uso de ração balanceada, de boa qualidade e de formulação para filhotes e fêmeas em gestação, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários, sem os suplementos extras. Durante a gestação, devido a ação do hormônio progesterona, o tempo de esvaziamento gástrico da cadela aumenta. Mas, ao mesmo tempo, a mobilidade gástrica diminui conforme o estômago é deslocado pelo útero em crescimento. Portanto o ideal é que se forneça a alimentação em pequenas porções, várias vezes ao dia, facilitando a digestão.

Duas semanas antes do parto - média de 46 dias de gestação
Prepare o local que a cadela irá ter seus filhotes. Estimule-a a deitar e dormir nele. Isso a deixará mais segura na hora do parto.

Uma semana antes do parto - média de 53 dias de gestação
É comum, nas fêmeas em primeira gestação, ocorrer secreção aquosa nas glândulas mamarias. É normal que no final da gestação a cadela perca o apetite, principalmente quando está próximo da hora do parto.

Esteja com tudo preparado:
• A caixa ou local para a cadela ter seus filhotes
• Jornais para manter o local limpo durante o trabalho de parto
• Lixeira para os jornais sujos e materiais que serão usados durante o parto
• Separe uma caixa menor, forrada com toalha macia, para colocar os filhotes enquanto a mãe está em trabalho de parto dos demais.
• Relógio para controlar o tempo de parto
• Caso esteja frio, coloque um abajur ou instalação elétrica, com uma lâmpada de 100w próxima a caixa dos filhotes
• Caso esteja calor, coloque um ventilador para a mãe
• Fio dental e tesoura, afiada e esterilizada, para amarrar e cortar os cordões umbilicais.
• Anti-séptico para desinfetar o cordão umbilical cortado
• Toalhas e panos macios para serem trocados duas vezes ou mais ao dia, na caixa ou abrigo da mãe e filhotes.

A hora está chegando
Os primeiros sinais aparecem nas 48 horas antes do parto, quando começa a produção de colostro pelas glândulas mamarias e a fêmea faz um "ninho". A descarga vaginal acontece 12 horas antes. E então a temperatura aumenta um grau, sendo que a temperatura normal do cão é em torno de 38,9 a 39,9 graus. É bom entrar em contato com o seu veterinário e deixá-lo de sobreaviso, caso você precise de ajuda.

Quando chega a hora do parto as fêmeas demonstram desconforto. Elas não encontram posição para se deitar e dormir. Respiram de forma acelerada como se estivessem com dor. Lambem e olham para a vulva. Recusam a comida e procuram o seu "ninho". As contrações podem ser observadas nos músculos das costas, num movimento descendente.

Se ela quiser sair e caminhar vá junto. Caminhar ajuda no trabalho de parto, mas é preciso sempre estar atento para que nenhum filhote nasça no chão e ninguém veja. Principalmente se estiver escuro.

Após o começo das contrações pode levar até 4h para a saída do primeiro filhote. Se até esse tempo nenhum filhote nascer, procure logo seu veterinário. É importante observar o comportamento da fêmea - presença de contrações, estado geral da mãe e dos filhotes ao nascerem. Qualquer sinal de apatia, falta de contrações uterinas ou contrações sem a saída do feto indica problemas e o veterinário deve ser procurado imediatamente.

Entre as causas de atonia de útero estão: insuficiência de cálcio, déficit energético, fetos muito grandes e obesidade, partos muito prolongados. O intervalo entre os nascimentos pode ser de 15 minutos à uma hora, mais do que isso chame o seu veterinário.

O trabalho de parto
Para a saída do filhote, a bolsa de água aparece e normalmente se rompe, então o filhote sai de dentro dela. A placenta pode ou não se soltar nessa hora. Nunca puxe o filhote, porque você poderá causar nele uma hérnia umbilical. Espere ela se soltar. Se a mãe não cortar o cordão você terá que fazê-lo, usando fio dental e tesoura esterilizada. Depois passe um anti-séptico, como iodo. Importante também é contar o número de placentas. Elas devem corresponder ao número de filhotes, caso não ocorrer é porque houve retenção. E precisa ser tratado, pois a mãe corre o risco de ter uma séria infecção uterina.

Recepção dos filhotes
Você pode ajudá-la a limpar os filhotes com uma toalhinha macia, enxugando-os até que chorem. Esfregá-los, ao mesmo tempo em que limpa ajuda a estimular a respiração. Se isso não fizer o filhote respirar e chorar, segure-o firme de cabeça para baixo, protegendo sua cabeça e pescoço, e balance-o. A força centrífuga irá ajudar a retirar o muco da garganta e narinas dele, para que ele possa respirar.

No intervalo entre os nascimentos, deixe os filhotes mamarem o colostro, pois é muito importante para a saúde e imunidade contra infecções, e ainda ajuda nas contrações e no trabalho de parto da mãe. Quando as contrações recomeçarem, coloque-os separados da mãe.

Depois do parto
• A cadela se acalma, sua respiração volta ao normal e param as contrações
• Limpe tudo, passe um pano úmido na cadela para limpá-la e fazê-la se sentir melhor
• Alimentação ideal pós-parto deve ser leve e líquida - ofereça água e algo como caldo de galinha com arroz
• A cadela deve ficar com os seus filhotes em local calmo e tranqüilo
• T
emperatura ambiente constante por volta de 32 graus e sem correntes de vento
• Nos dias seguintes, o alimento deve continuar a ser balanceado e fortalecido - há rações próprias para aleitamento, nos mercados e Pet Shops.
• Deve-se oferecer também bastante água fresca para ajudar na produção de leite
• A mãe deve ficar sempre junta dos filhotes para lhes fornecer calor
• É bom observar se ela toma o cuidado de não sentar ou deitar sobre eles

As mães de primeira viagem podem ficar confusas durante e após o parto. Você precisará ter firmeza, paciência e muito carinho com ela, ajudando no parto, no cuidado com os filhotes e na amamentação.

Primeiras horas e dias
24 horas: É muito importante que todos os filhotes recebam o colostro e sejam examinados pelo veterinário.
Após 24 a 48 horas: A secreção vaginal pós-parto começa a diminuir e a clarear.
8 a 10 dias: olhos abrem
3 a 17 dias: início da audição

Curiosidades
• O filhote é expulso, ainda envolvido na bolsa amniótica
• A mãe abre a bolsa com os dentes e puxa-a para baixo
• A cadela corta o cordão umbilical e lambe o filhote
• Ao lambe-lo, estimula a circulação
• Os filhotes encontram os mamilos da mãe por instinto

domingo, 3 de fevereiro de 2013

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS


Proclamada pela UNESCO em sessão
realizada em Bruxelas em 27 de janeiro de 1978

Preâmbulo:
Considerando que cada animal tem direitos;
considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos levaram e continuam a levar o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais;
considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo;
considerando que genocídios são perpetrados pelo homem e que outros ainda podem ocorrer;
considerando que o respeito pelos animais por parte do homem está ligado ao respeito dos homens entre si;
considerando que a educação deve ensinar à infância a observar, compreender e respeitar os animais,
Proclama-se:

Art. 1
Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência.

Art. 2
a) Cada animal tem o direito ao respeito.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.

Art. 3
a) Nenhum animal deverá ser submetido a maus-tratos e atos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.

Art. 4
a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de reproduzir-se.
b) A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a este direito.

Art. 5
a) Cada animal pertencente a uma espécie que vive habitualmente no ambiente do homem tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
b) Toda modificação deste ritmo e destas condições impostas pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.

Art. 6
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida conforme a sua natural longevidade.
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Art. 7
Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade do trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Art. 8
a) A experimentação animal que implica um sofrimento físico e psíquico é incompatível com os direitos do animal, seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
b) As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9
No caso de o animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.
Art. 10
a) Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
b) A exibição dos animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art. 11
O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Art. 12
a) Cada ato que leva à morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
b) O aniquilamento e a destruição do ambiente natural levam ao genocídio.

Art. 13
a) O animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como fim mostrar um atentado aos direitos do animal.

Art. 14
a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser representadas em nível de governo.
b) Os direitos do animais devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.

UNESCO


Fonte: http://www.natureba.com.br/

Tráfico de Animais Silvestres

O animal silvestre, diferente do animal doméstico, é aquele que vive distante do ser humano e em seu habitat natural, assim como ocorre com a fauna presente nas florestas nativas. Animais como papagaioarara e o jabuti são espécies silvestres.
Segundo a Lei 5.197/67, a fauna silvestre é referida como:
“Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento que vivem naturalmente fora do cativeiro”.
Na Lei 9.605/98, no artigo 29, parágrafo 3, “são espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro, ou em águas jurisdicionais brasileiras”.
Essas espécies sofrem com as investidas do tráfico de animais silvestres, uma prática de comércio ilegal que comercializa essas espécies no Brasil e, principalmente, no mercado estrangeiro. Em todo o mundo, estima-se que o tráfico de animais silvestres movimente mais de 10 bilhões de dólares, perdendo somente para o tráfico de drogas e de armas.
No Brasil, o tráfico de animais é a terceira maior atividade criminosa, movimentando aproximadamente cerca de 1,5 bilhões de dólares ao ano, e o no nosso país significa entre 10 e 15 % de todo o comércio mundial. O tráfico ameaça as espécies, sobretudo, que já se encontram em nível de ameaça de extinção.
Cada animal é importante na manutenção de um determinado ecossistema e ajudam na manutenção do equilíbrio da natureza, por fazerem parte do extenso equilíbrio ecológico. A conscientização contra o tráfico tem sido realizado pelo poder público, pelas instituições estatais, privadas e do terceiro setor.
Há o entendimento que a diminuição do tráfico interno, reduz a prática da exportação ilegal desses animais para o exterior, considerando os traficantes de animais verdadeiros intermediários do comércio ilegal aos traficantes receptores em outros países.
A principal rota do tráfico no Brasil se concentra nas regiões NorteNordeste e Centro-Oeste, onde há redes organizadas e instruídas para burlar o sistema de fiscalização implantado nas rodovias e em aeroportos. No Brasil, essas espécies são compradas no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os traficantes costumam transportar as espécies por meio de caminhões, ônibus e carros particulares. Na maioria das vezes, os animais são maltratados viajando em péssimas condições, sem alimentação, hidratação e sem ventilação. Num grupo de 10 espécies capturadas, em média, nove morrem antes de completarem a rota.

Fontes:
http://www.natureba.com.br/trafico-animais-silvestres.htm
http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/animais_silvestres/
http://www.pea.org.br/crueldade/trafico/index.htm

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O melhor cão de guarda


A escolha da raça adequada oferece um
poderoso aliado na segurança da casa


Agressivo, barulhento ou com cara de mau, o cachorro é a única defesa contra ladrões na maioria dos lares brasileiros. Eles já são 25 milhões no país – um para cada sete pessoas. Não é por acaso. O cão de guarda eficiente é muito mais que um animal que ataca invasores. O ideal é que ele espante os intrusos antes que se animem a pular o muro. Muitas vezes, basta uma aparência que amedronte ou um latido vigoroso. Mas a escolha da raça mais adequada tem de ser feita com cuidado. Nem sempre o melhor amigo do homem é o melhor segurança. O cão de guarda eficiente deve saber obedecer ao proprietário, caso contrário pode tornar-se uma ameaça. Animais de raças como rottweiler, pastor alemão e fila tendem a ser agressivos se não tiverem tratamento correto desde pequenos.
O cruzamento entre raças diferentes não cria aberrações, mas fica mais difícil controlar o comportamento do cão porque as características herdadas são, em parte, desconhecidas. É importante que o dono mantenha contato amigável com o cachorro desde cedo. Por isso, os adestradores incentivam e ensinam o proprietário a realizar o treinamento. Despertar no animal o senso de convivência ajuda a prevenir um temperamento imprevisível. Um segredo é acostumá-lo com pessoas de idade, personalidade e aparência diferentes. A procedência é outro aspecto essencial. Antes de levá-lo para casa, é preciso saber de onde vem. Por isso é tão importante o certificado do pedigree. A escolha do filhote certo exige cuidado. Os especialistas em adestramento ensinam que o melhor animal não é o filhote brincalhão nem o mais tímido. O meio-termo é a melhor opção. A comparação entre as raças, no quadro ao lado, pode ajudar na escolha de um bom guardião para sua casa.
 
PASTOR ALEMÃOCaracterísticas: a raça foi criada especialmente para defesa de propriedades, companhia, guia de deficientes e atividades policiaisVantagens: reage com eficácia às agressões. Late sem parar e muito alto. Atento, percebe rápido o invasor. É obediente e tem bom potencial de intimidação. Adapta-se bem a todo tipo de clima, em espaços médios e pequenosDesvantagens: com sua popularização, muitos exemplares foram deturpados por cruzamentos malfeitos. Houve perda de características originais da raça, o que resultou num temperamento mais instável. Requer cuidados especiais com a pelagem
Sociabilidade: se tiver 
boa procedência, é apegado à família e mostra disposiçãopara aturar brincadeiras das crianças. Contudo, convém não abusar
Preço do filhote
400 a 1 500 reais

ROTTWEILERCaracterísticas: é musculoso, ágil e resistente. Pesa de 42 a 50 quilos. Desconfiado e com temperamento muito forte. Os ancestrais do rottweiler eram usados para conduzir o gado. No começo do século XX, foi considerado ideal para otrabalho policial
Vantagens:
 é ótimo cão de guarda. Assim como o pastor, adapta-se bem a ambientes e espaços reduzidos
Desvantagens: precisa 
que o dono se imponha. Ele é tão seguro que tende a desafiar até mesmo o tratador. Sofre alta incidência de câncer, por causa do cruzamento genético que origina a raça
Sociabilidade: bem 
tratado, pode ser um companheiro, mas é preciso cuidado – sobretudo com crianças
Preço do filhote
400 a 1 500 reais

DOBERMANNCaracterísticas: cão de tamanho médio, inicialmente o dobermann foi usado quase que exclusivamente como guarda e vigia. Mais tarde, passou a ser utilizado também como policial e cão de guerraVantagens: excelente cão de guarda, intimida o invasor pelo porte e pelo latido e responde rápido a qualquer estímulo. Reage com violência a agressões. É muito ágil e facilmente adestrável
Desvantagens: pode ser um pouco teimoso e não se dá muito bem com outros animais
Sociabilidade: pode ser 
criado em casa e até brincar com as crianças, desde queesteja acostumado a elas
Preço do filhote
700 a 2 000 reais

FILA BRASILEIROCaracterísticas: a raça surgiu do cruzamento de cães trazidos pelos holandeses, em 1631, com animais jáencontrados no Brasil. Posteriormente, sofreu modificações para ser usada em guarda, caça e pastoreio
Vantagens: autoconfiante e destemido, 
impressiona pelo tamanho e latidoDesvantagens: não é um cão muito ativo. Pode ser um pouco teimoso e não se dá muito bem com outros animais. Não tem boa percepção dos estímulos à voltaSociabilidade: costuma respeitar as pessoas da casa, mas não se deve abusar. É reservado com estranhos e um ataque pode ser fatalPreço do filhote400 a 800 reais

BOXERCaracterísticas: a raça descende de uma linhagem de cães conhecidos por toda a Europa desde o século XVI. O boxer era usado inicialmente como cão de lutas. Com o tempo, foi reconhecido como ótimo cão de guardaVantagens: está sempre alerta. Bom cão de companhia. Adapta-se bem a espaços pequenos e médios. Tem ótima audição, o que lhe permite detectar o local exato da invasão
Desvantagens: detesta conviver 
com outros animaisSociabilidade: tem boa convivência com crianças
Preço do filhote300 a 800 reais

DOGUE ALEMÃOCaracterísticas: de porte grande, é amistoso, ativo, obediente e reservado com estranhosVantagens: bom cão de guarda e de companhia. Convive muito bem com outros cachorrosDesvantagens: seu tamanho intimida, mas é muito
manso para a função de guarda. Necessita 
de grande quantidade de alimento e espaçoSociabilidade: dá-se bem com os donos
Preço do filhote
300 a 800 reais

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Filmes

Cavalo de guerra

Em DevonInglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, "Joey", o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado paraFrança. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisséia, servindo em ambos os lados do conflíto antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas Albert não se esqueceu de Joey e, ainda jovem demais para se alistar no Exército, ele embarca em uma perigosa missão para encontrar seu cavalo e trazê-lo de volta para casa em Devon.



Para sempre ao seu lado

Parker Wilson (Richard Gere) é um professor universitário que, ao retornar do trabalho, encontra na estação de trem um filhote de cachorro da raça akita, conhecido por sua lealdade. Sem ter como deixá-lo na estação, Parker o leva para casa mesmo sabendo que Cate (Joan Allen), sua esposa, é contra a presença de um cachorro. Aos poucos Parker se afeiçoa ao filhote, que tem o nome Hachi escrito na coleira, em japonês. Cate cede e aceita sua permanência. Hachi cresce e passa a acompanhar Parker até a estação de trem, retornando ao local no horário em que o professor está de volta. Até que um acontecimento inesperado altera sua vida.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Abandono de animais: crime pode ser denunciado anonimamente


Delito é previsto no artigo 32 da lei federal 9605/98
O abandono de cães e gatos aumenta nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro devido as férias escolares. Muitas famílias viajam mas não incluem, em seus planos, os animais de estimação.
Duas situações são comuns neste período: o abandono do animal nas ruas e o animal trancado em residências sem receber os cuidados básicos, como água e alimento, por vários dias.
Abandonar animal doméstico ou exótico, conforme alerta o Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal da Saúde, é crime previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605/98, que trata dos crimes ambientais. São considerados maus-tratos, entre outras práticas, abandonar, espancar, envenenar, não dar comida diariamente, manter preso em corrente, local sujo ou pequeno demais os animais domésticos.
Qualquer cidadão que testemunhar o abandono pode fazer a denúncia na Delegacia de Polícia mais próxima, cabendo a esta registrar o fato através do Termo Circunstanciado. Para que a denúncia possa ser feita é preciso fornecer os dados do infrator e o seu endereço residencial ou comercial. Em caso de atropelamento ou flagrante de abandono, é importante anotar a placa do carro, horário e local. Cabe à autoridade policial verificar a ocorrência.
Muitas pessoas, com medo de represálias (devido a fato da pessoa que cometeu o crime ser conhecida, às vezes até parente) não querem ser identificadas e, por isso, não registram o crime. A Promotoria de Justiça, contudo, aceita denúncias anônimas, mas para isso a pessoa deve protocolar uma representação, apresentando o relato formal dos fatos ao Promotor Público de Justiça que, ao tomar conhecimento dos fatos, poderá requisitar diretamente a investigação policial.
As Associações Protetoras de Animais geralmente aceitam denúncias e mantêm informações sobre como proceder em caso de abandono ou maus-tratos em seu site www.ava.org.br.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Marcação de território em cachorros


Você sabe o que é marcação de território em cachorros? Seu cão faz xixi pela casa? Sua cadela urina nos móveis? Esse comportamento, que é da natureza do animal, pode ser o que é conhecido como marcação territorial e são várias as suas causas. Nesse artigo, você poderá tirar todas suas dúvidas à respeito de marcação de território em cães e encontrar dicas para fazer com que seu cão pare de urinar pela sua casa?

Qual a diferença entre urinar e marcar território?

Antes de tudo, é importante saber que existe uma diferença entre o ato de urinar por uma necessidade fisiológica e o ato de urinar com o fim de marcação territorial. Não é difícil perceber quando a urina de seu cachorro se enquadra no primeiro ou no segundo caso, já que no primeiro a quantidade de urina é bem maior que no segundo.
A marcação de território, caso em que o cachorro deposita uma pequena quantidade de urina, geralmente é feita em objetos, isto é, ela raramente é feita no chão. Isso abrange portas, pés de mesa e móveis.

Porque os cães marcam território?

A marcação de território é um comportamento instintivo dos cachorros. Ao marcar território sua intenção é enviar uma mensagem para os outros seres que habitam a região. Essa mensagem pode ter múltiplos significados, podendo ter o objetivo de deixar claro sua dominância na região, de indicar disponibilidade sexual (veja cadela no cio), etc.
Assim, por mais treinado que seu cão seja para não urinar dentro de casa, não está excluída a hipótese de que ele venha a marcar território urinando nos seus móveis.
Entretanto, existem outras possibilidades que podem levar seu cachorro a esse tipo de comportamento. O marcação de território também cumpre papel na construção da auto confiança canina. Portanto, caso seu cachorro esteja inseguro é possível que ele venha a urinar pela casa. Outra possível causa é estar frequentemente deixando seu cão sozinho.
Dessa forma, tudo o que for novo está sujeito a induzir o início ou o aumento desse tipo de comportamento. Sendo assim, é possível que isso ocorra em móveis novos, os quais contém odores que os animais não estão acostumados; com a chegada de um bebê em casa; com um novo animal de estimação; com visitantes estranhos; etc.

Quais cães marcam território?

A marcação de território é um comportamento que pode estar presente tanto nas fêmeas quanto nos machos, sendo muito mais freqüente para os machos. Além disso, é um comportamento muito mais freqüente em raças menores do que em raças maiores.
Além disso, geralmente, a incidência desse tipo de comportamento em cachorros castrados é muito menor. Ainda assim, não há certeza de que a simples castração do seu cachorro resolverá todos os seus problemas. Isso pode ocorrer pois, como já dito acima, as causas por traz desse comportamento podem ser várias.

Como fazer para o meu cachorro parar de marcar território?

Ainda que seja uma atividade natural dos cachorros, existem métodos para fazer com que seu cão pare de marcar território em cima de seus móveis e aparelhos novos.
Castração: Um dos métodos é a castração que, além de aumentar muito a probabilidade de resolução desse tipo de problema, ajuda a combater a superpopulação de cachorros (ver a importância da castração). Estudos apontam que existe uma correlação evidente entre o hormônio testosterona e a marcação de território. Acontece que quando o cão é castrado a testosterona é bastante reduzida dos sistemas dos machos, de maneira que reduz-se a necessidade de marcação territorial.
Aponta-se que um total de 60% dos machos castrados param de marcar território. Essa probabilidade aumenta muito caso o animal seja castrado antes de atingir a maturidade sexual. Isso ocorre pois elimina-se o hábito de marcar o território com urina, que se mostra com um fator importante que contribui para a persistência desse tipo de comportamento. No caso das fêmeas só as mais dominantes marcam território antes de serem castradas. Uma vez castradas em tese todas param de marcar território.
Supervisão: O método de supervisão, para a maioria dos cães, mostra-se extremamente eficaz para resolver problemas de comportamento. Esse método consiste em vigiar o cachorro atentamente durante alguns dias ou semanas, e corrigi-lo no momento que ele age de forma inadequada.
Uma forma bastante eficaz de chamar a atenção do cão enquanto ele está prestes a fazer uma coisa que você não quer é utilizar um chocalho. Um chocalho pode ser feito facilmente em casa, com apenas uma garrafa de refrigerante de 600 mL e algumas moedas. Na hora exata em que ele está para marcar seu território, chacoalhe a garrafa com as moedas para cima e para baixo. Isso pode contribuir para que pouco a pouco ele perca o hábito.
Para realizar isso pode ser interessante restringir a área de circulação de seu cachorro, com o fim de mantê-lo sempre à vista. Entretanto, esse é um método que exige a constante observação do cachorro. Logo, pode ser um tempo que muitas pessoas não tem para investir. Ainda assim existem outros métodos interessantes.

Ajudando o cão a urinar no lugar certo

Além da repreensão quando o seu cachorro faz algo que você não quer, pequenos brindes e presentes quando ele faz a coisa certa auxiliam no aprendizado de um cachorro. Sendo assim, quando ele marcar o território em um lugar que não te incomode não se esqueça de presenteá-lo!
Cachorros tendem a reforçar a marcação de território, de forma que caso seu cão urine em um lugar que você não quer, não se esqueça de limpá-lo muito bem. Evite limpar o local com uma solução que contenha amônia, pois ela é um dos componentes da urina do cachorro, o que pode induzi-lo a reforçar a marcação de território.
Portanto, aprendemos que, ainda que desagradável em algumas situações, a marcação de território é um comportamento comum em cachorros. Já sabemos que existem diferentes formas de melhorar esse aspecto em seu amigão. Não deixe de exercitar o aprendizado adquirido com esse artigo, por que, tanto seu cãozinho como você, ficarão mais felizes se todo o xixi for feito no lugar certo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Por que os gatos fogem quando estão doentes?



O gato, quando está com alguma dor ou osso quebrado, tende a evitar de ficar perto de seus donos e acaba muitas vezes fugindo de casa por algumas horas. Isto não significa que ele não goste das pessoas ou do seu lar, mas é uma forma de se proteger, pois se nós detectarmos qualquer alteração do seu comportamento ou acharmos que ele está com algum problema, o gato já sabe que o primeiro instinto da pessoa vai ser em pegá-lo no colo. Consequentemente pode apertar a parte com dor e, para evitá-la, ele toma esta atitude até que melhore sozinho, ficando quieto em seu canto.
Então, fique atenta se seu gato parar miar como de costume, ficar muito tempo parado, perder o apetite ou ficar muitas horas desaparecido. Isto pode indicar que algo de errado está acontecendo com ele. Nestes casos, procure o veterinário, pois somente ele poderá saber o que está de fato acontecendo com o seu bichano.

Aprenda a educar seu filhote desde os 3 meses de vida


Para que seu filhote não cresça e se torne um cachorro rebelde, existem formas de socializá-lo desde pequeno. A partir dos 3 meses ele já ouve e enxerga muito bem e nesta fase é muito importante que ele tenha contato com outras pessoas e animais, de forma natural, sem sustos para que ele não se traumatize.
Fique atento pois nesse período o seu filhote ainda não está totalmente imunizado, então deve-se estar ciente dos riscos e tomar o máximo cuidado para que ele não contraia doenças. Sendo assim só permita que seu filhote tenha contato com animais dos quais você tem certeza que não tem nenhum tipo de doença!
Além da socialização é bom que ele também seja educado desde novinho, para evitar situações indesejadas como urina em lugares errados, sapatos mordidos, ou mesmo agressividade em passeios. Para que você comande a situação é necessário estabelecer regras, recompensar em situações positivas e repreender (SEM VIOLÊNCIA) em situações negativas.
Caso você não consiga lidar com o filhote, ou perceba que ele já tomou o controle, procure a orientação especializada de um profissional.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Cuidados com os cães no inverno


É preciso redobrar os cuidados com nossos cachorrinhos nos dias frios de inverno.
Vejam 10 recomendações super importantes do site Dogdogs.net para que nossos amados bichinhos mantenham-se saudáveis e quentinhos neste Inverno:
01Diminua o ritmo de banhos durante os meses de inverno.
02Nunca leve seu cãozinho para passear logo após o banho. Espere um tempo até que ele não corra mais risco de ter um choque térmico.
03Vista roupinhas em cães de pelagem mais curta. Cachorros de porte médio geralmente não aceitam roupinhas, mas se você conseguiu acostumá-lo desde cedo, aproveite!
04Evite tosar seu cachorrinho no inverno, ao contrário das raças que tem uma certa tolerância ao frio, a maioria delas sentem tanto frio quanto nós, humanos.
05Evite passear com seu animal nos horários mais frios do dia. Escolha horários mais quentes que seu amigo vai lhe agradecer!
06. Tenha certeza que seu cachorro esteja dormindo confortavelmente em uma local apropriado, como uma casinha feita especialmente para ele.
07. Assim como os humanos, no inverno o cão come mais no inverno que no verão. Aumente um pouco a quantidade de ração diária dele.
08Vacine seu cachorro contra doenças típicas de climas mais amenos, tal como atraqueobronquite.
09. Fique atento se seu cão sofre com alguma doença crônica, em dias frios ele tende a sentir mais dores.
10. Se você seguiu à risca todos os itens acima e mesmo assim acha que seu cão não está bem, leve-o imediatamente um médico veterinário de sua confiança.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Plantas e pets: harmonia em casa


Engana-se quem pensa que animais de estimação e plantas não podem conviver bem. Claro que dá um certo trabalho, mas é possível cuidar dos dois. Temos várias dicas bacanas para evitar que seu bichinho coma as plantas ou que elas façam mal a eles. Basta manter alguns cuidados básicos.
Por exemplo: a grama que você escolher para aplicar no seu jardim faz toda a diferença. O ideal é optar por uma que seja mais resistente ao xixi do seu animalzinho, principalmente se for um gato, pois a urina deles é mais forte que a dos cachorros. As mais indicadas são a grama-esmeralda, grama-amendoim ou grama-preta. E não esqueça: a grama deve ter bastante espaço sem muitos obstáculos, para que ele possa circular livremente.
Se o seu gato ou cachorro gosta de comer as plantas, escolha as que têm odor mais forte. Isso ajuda bastante a mantê-los afastados das verdinhas. Gerânio, alecrim e citronela funcionam bem. Outra dica bacana é manter as plantas em vasos maiores que o tamanho do seu pet (se ele for um cachorro, pois os gatos alcançam qualquer alvo).
E claro, é preciso muito cuidado com o tipo de plantas e adubos que vai escolher para o jardim. Algumas podem ser tóxicas e a gente nem saber. Alerta: comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, cara-casana e bico-de-papagaio, nem pensar!
Além disso, é preciso manter o animal saudável e praticando atividades, gastando energia. Assim ele vai conviver melhor com o jardim.
Que tal começar a adaptação do quintal?

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!