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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Examine o seu animal


Seguindo o roteiro abaixo, você será capaz de examinar seu amigão minuciosamente. Tornando esse exame uma rotina mensal, será possível saber se é preciso recorrer a ajuda do médico veterinário. Independente desse exame, o veterinário deve ser consultado anualmente para avaliação e vacinação do animal. Se você for comprar um filhote, esse roteiro será muito útil para reconhecer um animal saudável.
1. Cabeça
Comece examinando os olhos do seu amigão:
- devem estar claros, sem inchaço ou secreção purulenta (amarelada);
- abaixando a pálpebra inferior, a parte interna (conjuntiva) deve estar rósea. Qualquer sinal de palidez excessiva (conjuntiva branca) pode indicar anemia.
- observe manchas brancas ou embaçamento na parte escura dos olhos.

Passe para as orelhas:
- examine a parte interna, externa e as bordas;
- observe se há falhas ou crostas que podem indicar ácaros ou sarna;
- o ouvido sadio não tem secreção ou odor. Se notar cheiro fétido no ouvido do seu animal, bem como secreção amarelada ou amarronzada ao limpar com um chumaço de algodão, leve-o ao veterinário para que ele diagnostique uma possível otite.

Examine a boca (desde que seu cão ou gato seja manso):
- levante o lábio superior do animal e observe as gengivas. Elas devem estar róseas, palidez excessiva pode indicar anemia;
- a língua deve ter coloração rósea sempre. Se o seu animal apresentar a língua arroxeada (exceto os chow chows) ou azulada após exercitar-se, consulte o veterinário;
- observe se todos os dentes estão firmes e inteiros. Dentes moles ou quebrados podem causar dor ao animal;
- a presença de tártaro, placas duras e amareladas nos dentes, conferem um hálito bem desagradável ao seu amigão. Se for o caso, leve-o para uma limpeza dentária;
- podem aparecer verrugas em abundância na boca ou lábios dos animais, assim como placas brancas no interior da boca. Nesses casos, consulte o veterinário.

Atenção para o focinho:
- normalmente ele está úmido e frio;
- não deve haver secreção, a menos que o dia esteja muito quente, quando o animal pode "transpirar" pelo focinho;
- focinho seco e quente nem sempre indica febre. Se isso ocorrer, observe o animal e aguarde outros sinais como perda de apetite. No caso de febre, além do focinho, as patas e orelhas ficam muito quentes;
- focinho despigmentado (branco) exige a proteção de um filtro solar.
2. Pelagem
Examine a pelagem do seu animal com atenção:
- queda uniforme de pêlos, sem apresentar falhas, pode tratar-se de muda anual;
- observe a presença de parasitas como pulgas, carrapatos ou bernes (a pele apresenta um orifício e um nódulo abaixo dele);
- cães podem ter piolhos, parasitas que não se movem, são pequenos e acastanhados. Surgem em condições de higiene precárias em canis;
- falhas na pelagem, crostas ou ferimentos devem ser analisados pelo veterinário;
- a presença de nódulos ou verrugas grandes e/ou numerosas também merecem a atenção do veterinário.
3. Corpo
O exame de órgãos internos não é possível ao leigo. Se houver problema em qualquer órgão sempre haverá uma manifestação externa como vômitos, diarréia, excesso ou falta de urina, ingestão exagerada de água, tosse, cansaço, dor ao se movimentar ou tentar pular, "engasgo" após exercício ou excitação, etc. Se notar algum desses sinais, que perdurem por mais de 2 dias, leve seu cão ao veterinário.

- observe se o seu animal está acima do peso. Esse é um parâmetro muito subjetivo, pois aquilo que pode ser "obesidade" para o veterinário, pode não ser para o dono do animal. Se as costelas do cão estiverem aparecendo, é fácil deduzir que ele esteja abaixo do peso. Por outro lado, se o animal perder a "cintura" (curvatura da região do flanco), desconfie que ele esteja muito gordo;
- barriga inchada nem sempre é sinal de muita comida, o animal pode ter vermes;
- na região do ventre (parte inferior da barriga), note se há algum volume na cicatriz do umbigo. Cães e gatos também podem ter hérnia, principalmente os filhotes.

No caso das fêmeas, principalmente, é preciso examinar todas as tetas (cadeia mamária) em busca de nódulos, inchaços e secreções. As cadelas e gatas podem ter tumores, benignos ou não, nas glândulas mamárias. Nas fêmeas castradas antes do primeiro cio, ou até 1 ano de idade, a chance desses tumores é muito pequena. A castração é um método de prevenção.
4. Patas
Flexione e estenda os membros do seu animal suavemente:
- se ele sentir qualquer dor, que persista a um segundo exame, leve-o ao veterinário. Alguns animais detestam que mexam em suas patas. Tente diferenciar a dor do medo;
- olhe entre os dedos das patas e procure por parasitas (carrapatos) ou ferimentos;
- faça o mesmo na parte de baixo, entre as "almofadinhas" (coxins) dos pés;
- se as unhas estiverem muito compridas, leve o animal ao pet shop ou ao veterinário para apará-las.
5. Genitais
No macho, constitui-se do pênis, prepúcio (pele que recobre o pênis), testículos e bolsa escrotal (pele que reveste os testículos). Na fêmea, você observará a vulva que a porção externa da vagina.
- tanto no macho quanto na fêmea, observe a presença de secreção nos genitais. Se for abundante, procure o veterinário sem demora, principalmente, se você tiver uma fêmea acima de 7 anos;
- no macho, note se os dois testículos estão na bolsa;
- atente para a pele que reveste os testículos ("saquinho"), ela deve estar livre de irritações ou feridas;
- os 2 testículos devem apresentar o mesmo tamanho.
6. Cauda
Curto ou longo, não esqueça do rabinho do seu amigão. É em sua base que as pulgas gostam de se aglomerar causando desconforto e feridas pela coceira. Animais de cauda longa e pesada podem ter ferimentos na ponta. Chegando na cauda, o exame do seu animal estará completo!
ATENÇÃO! Esse exame básico NÃO SUBSTITUI O ATENDIMENTO VETERINÁRIO, pelo contrário, ele visa reconhecer problemas prematuramente para você buscar ajuda do profissional veterinário à tempo. Consulte o veterinário regularmente.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O Passeio de Carro


Passear de carro cão cachorro é, sem dúvida, muito gostoso! A maioria dos cães adora ficar olhando para fora da janela, e em muitas vezes eles adoram ficar com a cabeça para fora da janela sentindo o vento em seu focinho. Também é difícil negar que tais cenas são deliciosas.
Segurança
Tudo isso é muito bonito, mas este hábito coloca a segurança de nossos peludos em grave risco! Sejam Pinschers ou Mastins, cães que ficam soltos dentro do carro durante o passeio correm grande risco de se machucar no caso de uma freada mais forte, ou mesmo no caso de uma colisão.
É lógico, que quanto menor for o cão, maior será o risco que ele corre, mas um cão de raça grande corre tanto risco como nós, e é exatamente por isso que você usa o cinto.
Cães de raças pequenas ou minis correm um perigo é ainda maior: qualquer brecada pode fazer com que o cão seja arremessado contra o painel do carro, podendo machucá-lo muito.
O que diz a lei:
O Novo Código de Trânsito trata do transporte de animais na parte interna e na parte externa do veículo:
Art. 252. Dirigir o veículo:
II - transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas;
Infração - média;
Penalidade - multa.

Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo para transbordo.
Esse é um daqueles casos que nem deveria precisar de proibição. Uma simples questão de bom senso deveria ser suficiente para que as pessoas não andassem com seus cães soltos na parte da frente do carro! Cães devem ficar no carro no banco de trás e sempre em segurança seja usando um cinto de segurança próprio para cães ou dentro de caixas de contenção (ou caixa de transporte). E tais caixas devem ficar em locais seguros, ou ainda presas pelo cinto de segurança para que fiquem estáveis.
Cães com medo de andar de carro
O paraíso para uns é o inferno para outros! Como nada nesta vida existe sem exceção, não faltam cães que dão muito trabalho a seus donos na hora de passear de carro. Aqui tem um pouco de tudo: os que vomitam, ou fazem xixi e/ou cocô no banco do carro; os que ficam travados de medo; os que choram ou latem sem parar ; os que nem conseguem entrar no carro; enfim muitos cães têm verdadeiro pânico de carro.
Onde este medo começa:
Normalmente o filhote entra na vida da gente numa viagem de carro. Isso ocorre no momento me que vamos pegar o filhote na casa do criador, e o levamos para a casa. Esta viagem não é fácil: o filhote ainda é muito imaturo; não conhece a sensação de chacoalhar dentro do carro; e, além disso, está acompanhado por humanos que ele nunca viu, o que gera uma grande insegurança. Por tudo isso, não é incomum que em seu primeiro passeio de carro o filhote vomite em cima do banco. Isso não quer dizer que ele vá vomitar sempre. Esta primeira reação pode simplesmente ser fruto do medo, e aqui é que está o grande diferencial: se trabalhamos o cão para que ele perca o medo, ele certamente passará a andar muito bem dentro do carro; em caso contrário este medo pode se transformar em pânico unicamente pela falta de habilidade.
O que fazer:
O que é necessário fazer aqui é fazer outras tentativas para que o filhote perca o medo do carro.
Alguns cuidados são fundamentais para se evitar problemas, e para que esta nova tentativa tenha o efeito esperado. Se seu filhote tiver pavor de carro, vá devagar: comece colocando o filhote no carro parado. Só fique lá brincando com o ele dentro do carro, e assim que você perceber que o filhote está à vontade, esta será a hora de parar o treinamento. Tire o filhote do carro e só volte a colocá-lo lá no dia seguinte.
  • Coloque-o então na caixa de transporte; prenda-a no cinto de segurança, e ligue o motor do carro, e faça um passeio curto. Normalmente o fato de ele estar dentro da caixa de transporte fará com que ele não fique com tanto medo. Coloque a caixa no chão do carro, pois isso fará com que ele não perceba exatamente o que está acontecendo, e fará com que ele reaja bem ao passeio.
  • Se a caixa de transporte for muito grande para ser colocada no chão você pode fixá-la entre os bancos traseiros e dianteiros, ou ainda prendê-la com o cinto de segurança.
  • Cuide para que o filhote não tenha comido nas últimas 3 horas antes do passeio para diminuir o risco de enjôos e vômitos. Evite também dar qualquer tipo de comida ou petisco dentro do carro.
  • Converse (mesmo) com o filhote usando uma voz bastante suave para que ele se sinta bem. Elogie-o bastante pelo comportamento “valente”. Isso dará confiança a ele, além de mostrar a ele como você quer que ele se comporte dentro do carro.
Cães Enfurecidos
Não são raros os cães que viram verdadeiras feras dentro de um carro. Alguns latem, rosnam e mostram os dentes para todas as pessoas que vêem, seja nas calçadas, ou dentro de outros carros; outros agem da mesma forma para qualquer pessoa que se aproxime do carro. O grande problema é a maioria dos donos de cães vêem tal comportamento como típico de um cão zelando pela segurança de seu dono. MAS NÃO É!!! Este cão – normalmente anda solto no carro – e age agressivamente a uma situação que lhe causa muito medo, daí a reação exagerada.
Aqui não fugimos da mesma regra que se refere aos cães de guarda: bom não aquele cão que ataca às cegas, e sim o cão que sabe reconhecer uma real situação de perigo. Os cães que se comportam desta forma na rua nada mais são do que cães descontrolados, e que não sabem diferenciar um assaltando de uma criança vendendo chicletes. Qualquer pessoa que se aproxima do carro representa um perigo potencial imenso – na visão deste cão - e então ele ataca.
Este tipo de comportamento deve ser severamente desencorajado desde cedo. Lembre-se sempre você deve ser o líder de sua matilha, e não seu cachorro que, sendo um filhote medroso, não tem a menor condição de fazer uma avaliação correta do que de fato representa um perigo, ou não. E tal cão só aprenderá a fazer tal diferenciação se tiver um líder firme e calmo.
Ao menor rosnado este cão deve ser repreendido, e assim que o rosnado acabar ele deve ser elogiado pela obediência. Mais uma vez temos o líder encorajando o cão a obedecer e confiar nele.
À primeira vista um cão que mostra seu poder de ataque a qualquer um que se aproxime do carro pode parecer muito reconfortante, principalmente para quem mora em cidades muito perigosas. Mas, se você permitir que o cão decida pode rosnar para quem ele bem entender você estará abrindo mão de ter qualquer controle sobre ele dentro do carro. NÃO SE ILUDA!!!! Se ele não for repreendido e educado a se comportar dentro de um carro, você jamais terá controle sobre ele.
Dicas:
  • Comece com passeios curtos, para que seu cão não se canse.
  • Procure fazer os passeios em horários frescos, pois os cães costumam sentir bastante calor no carro. Se o seu carro tiver ar condicionado, deixe o interior do carro com uma temperatura mais fresca, pois seu cão irá se sentir muito melhor.
  • Não se preocupe se seu cão começar a respirar de forma bastante ofegante e até mesmo babar um pouquinho durante o passeio de carro. É normal!
  • Se você for fazer uma viagem com seu cão, tenha em mente que serão necessárias paradas para dar água e para que o cão possa fazer xixi ou cocô. O local das paradas deve ser bem escolhido. Dê preferência, pare apenas em postos de gasolina e/ou postos rodoviários. Evite parar no acostamento porque o movimento dos carros pode assustar seu cão.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Dor de ouvido




O choro sem motivo e a cabeça balançando podem parecer artifícios para chamar a atenção. Porém, caso perceba algum destes sinais, fique alerta, pois essas são algumas das formas que os animais possuem de dizer que algo está errado. A situação fica ainda pior quando esses sintomas se juntam ao mau cheiro, pele mais avermelhada que o normal na região da orelha e ao ato de coçá-las sem parar. Se o conjunto dessas ações for identificado, a probabilidade de problemas auditivos é alta. 
Uma inflamação na orelha que pode ser causada por bactérias, ácaros, excesso de cera e também de pelos. Segundo Carlos Eduardo Larsson, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária, caso sejam detectados sinais aparentes de incômodo, o animal deve ser levado ao veterinário o mais rápido possível.“O profissional realizará uma limpeza geral no conduto auditivo”.


Tabela de vacinação

Bom colamos a tabela de vacina aqui, para poder ajudar quem tiver algum tipo de dúvida sobre o tempo adequado para vacinar o pet.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Insuficiência renal em cães e gatos


          A Insuficiência Renal é uma doença que também atingem os cães e os gatos, assim como os seres humanos

A Insuficiência Renal atinge principalmente os cães mais velhos
Foto: Arquivo Pessoal 

A Insuficiência Renal é a perda das funções do rins. Os sinais mais comuns da enfermidade são: aumento do consumo de água, odor e alteração na cor da urina, perda de apetite e vômitos. Essa doença atinge geralmente animais de mais idade.


Existem três tipos de insuficiência renal:


A aguda quando os rins podem parar de funcionar de maneira rápida e temporária, às vezes do caso o animal deve ser mantido com tratamento por diálise até que os rins voltem a funcionar.
A crônica é quando as funções renais param de funcionar de forma perda lenta, progressiva e irreversível. Por esse motivo os animais acabam não sentindo os sintomas do inicio da doença, até que já tenham perdido mais de 50% de suas funções renais. Com o estagio mais avançado eles começam a sentir sintomas desconfortáveis, como anemia, pressão alta, inchaço dos membros e face, mudança nos hábitos de urinar (urinar diversas vezes).
E a crônica aguda, que também ocorre de forma lenta, progressiva e irreversível. O animal que tiver esse tipo de insuficiência renal pode ser submetido a hemodiálise ou diálise peritoneal e tão logo seja controlado,  podendo ser mantido com o tratamento conservador.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

PEIXES

A palavra peixe é usada para designar um grande número de animais aquáticos. A maior parte dos animais marinhos, que muitas vezes são chamados de "peixe", incluindo as medusas, os moluscos (como o polvo) e crustáceos e mesmo mamíferos como as baleias e os golfinhos, não são peixes.

Os peixes dormem? Mais ou menos. Eles alternam períodos de vigília e repouso. Mas fazem xixi? Sim. E bebem água? Sim, inclusive os peixes de água salgada.

Os peixes não piscam e não fecham os olhos para dormir, pois não possuem pálpebras.

O maior peixe de água doce é o Pirarucu. Um exemplar pode chegar a dois metros e pesar por volta de 200 Kg.

O peixe mais rápido do mundo é o agulhão-vela. Ele alcança a incrível velocidade de 115 Km por hora.

Um atum é capaz de nadar 170 Km num só dia. 

Os tubarões são míopes. Em compensação, eles tem um olfato super-desenvolvido e um sistema chamado “linha lateral” que permite captar alterações na pressão da água.

O atum é um dos peixes mais ameaçados do mundo. A pesca intensa (pelo sushi japonês!!) está tornando os cardumes cada vez menores.

Uma enguia é capaz de dar um choque maior do que o de uma tomada doméstica. Sua descarga chega a 125 volts.

O tralhoto é um peixe que possui os olhos divididos no meio. Metade dele fica dentro e a outra metade fica fora d´água.

Alguns peixes são tão venenosos quanto cobras, caso do peixe-homicida (o nome já diz tudo!). Outros peixes venenosos são: peixe-escorpião, baiacu e algumas espécies de raias.

Dez por cento das espécies de peixes trocam de sexo uma vez na vida. Os peixes “transexuais” são divididos em dois grupos: o protândrico e o protogínico. Os potândricos são os que tem na juventude glândulas capazes de produzir óvulos e espermatozóides. Os protogínicos possuem ovários que, com o tempo, se transformam em testículos. 

Existe alguma diferença entre o cação e o tubarão? Não, não existe praticamente nenhuma. Cação é somente o “nome comercial” dado ao tubarão. 

Os filhotes do tubarão-tigre brigam entre si na barriga da mãe, até restar apenas um.

Tubarões e outras espécies de peixes de água salgada já foram vistos no Rio Amazonas – alguns 400 quilômetros rio acima. 

Existem várias espécies de bacalhau, entre elas o ling, o zarbo, o saithe e o bacalhau do Porto. Conhecido cientificamente como Gadus Morhua, o bacalhau do Porto é o mais saboroso e também o mais caro. O interessante é que ele é pescado na Noruega e só leva esse nome por que é “desde sempre” comercializado na cidade portuguesa do Porto. 

A propósito… você já viu um bacalhau? Tem idéia de como ele é? Então, repare na foto acima e observe um autêntico bacalhau.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

PETISCOS PARA CÃES



Se a sua idéia de petiscos e agrados palatáveis para o seu cão se resume a restos de comida, ou guloseimas humanas, ou se você acha que alimentação saudável para os cães é comer apenas vegetais orgânicos, é hora de você repensar seus conceitos e conhecer produtos feitos especialmente para os peludos com matérias de primeira e muito gostosos.

Você sabe que existe uma diferença entre petiscos ideais para recompensa durante o treinamento e petiscos para ajudar na mudança comportamental, como ansiedade de separação, por exemplo?
Os petiscos dados durante uma sessão de treinamento devem ter um cheiro muito atrativo e textura macia. Os pedaços devem ser bem pequeninhos para que os alunos de quatro patas comam bem rápido e não se desconcentrem do exercício. É o caso dos Petiscos Bifinhos.

Os petiscos para ajudar a distrair os peludos que são ansiosos, medrosos, agitados, desconfiados, entre outros probleminhas, podem ser maiores e devem ter uma consistência mais resistente, para que o cão demore mais tempo roendo ou mastigando e fique se deliciando com sabores diferentes.
Aliás, um dos grandes problemas com cachorros que sofrem de ansiedade de separação é porque nós valorizamos muito a nossa chegada em casa, mas não oferecemos nada para o cão quando saímos. Quando saímos o peludo fica sozinho e entediado e não há nenhuma compensação pela nossa ausência. Ao chegarmos fazemos festa, damos atenção, pegamos no colo e algumas pessoas dão até biscoitinho para recompensar a alegria do nosso peludo em nos ver. Na aba acabamos recompensando também todo o desespero, os choros, uivos e latidos que tanto faz nossos bichos sofrerem e incomodam toda a vizinhança.
O correto é não fazer da nossa chegada algo tão extraordinário e esperar que o focinho se acalme até ganhar atenção e carinho. Já a nossa saída... esse sim é o grande evento do dia, quando nossos amigões ganham brinquedos especiais e podem ir procurar muitas gostosuras escondidas nos cantinhos da casa para se distraírem não sentirem que o mundo ficou pior sem a nossa presença.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Caixa de trasporte

Temos a tendência de achar que uma Caixa de Transporte para cães significa tortura, confinamento e isolamento. Mas não é bem assim.

Na natureza os cães se abrigam em tocas para se protegerem das chuvas, ventos, frio e calor. São nas tocas também que eles protegem suas crias e se defendem de outros animais. O uso de uma toca, uma casinha protetora, é tão instintivo e importante para nossos peludos que na cidade podemos ver que eles adoram deitar debaixo de móveis (às vezes até cavando no meio do sofá) e nas ruas eles sempre procuram deitar debaixo de um carro ou arbusto.

Em casa a Caixa de Transporte faz o papel de toca para nossos peludos, trazendo automaticamente o conforto e a segurança que eles tanto precisam. É um acessório fundamental e é sempre bom ter uma por perto.

Muito usadas por criadores e pessoas que levam seus cães para competições, é fácil ver como os cães esperam e dormem tranqüilamente (alguns até de barriga pra cima) quando estão dentro de suas Caixas de Transporte. Eles não se sentem prisioneiros, não sofrem, não choram, nem ficam nervosos. Muito pelo contrário. Quando os peludos são acostumados a usar a Caixa de Transporte como um lugar especial só deles, ficam muito mais à vontade e confortáveis em qualquer situação.

Veja algumas das utilizações da Caixa de Transporte que vão deixar seu cão muito mais feliz:

- Treinamento de higiene: Nossos cães são animais naturalmente limpos e não gostam de sujar a casinha deles. Usando a Caixa de Transporte como local de descanso os filhotes aprendem a segurar o xixi para não sujar a “toca” e a pedir para ir ao banheiro. Ideal para conter filhotes quando não podemos supervisioná-los, durante a noite enquanto dormem no nosso quarto e por pequenos períodos de tempo quando estão sendo treinados para usar um lugar específico como banheiro.

- Transporte: Em uma viagem de carro é muito mais seguro levar seu peludo deitado e confortável dentro da caixa do que correndo o risco de se machucar seriamente caso haja um acidente. Em viagens aéreas é a única maneira do seu animal ser transportado. Isso sem falar que quando chegar ao novo destino o peludo vai se sentir em casa, pois terá a caixa de transporte como referência de aconchego e segurança.

- Casinha para Cachorros: Ideal para quando o cachorro precisa descansar e se recuperar de traumas e medos. Muitas vezes é necessário que nossos bichos façam repouso, seja por causa de uma cirurgia, seja por causa da recuperação de alguma doença. Mantendo a Caixa de Transporte sempre perto de nós nossos bichos não se sentem isolados, abandonados ou assustados. Eles podem relaxar enquanto nos ouvem, vêem e sentem nosso cheiro e assim eles se recuperam muito mais rápido. Da mesma forma a Caixa de Transporte serve para acalmar e controlar os peludos que morrem de medo de barulhos de fogos ou de trovoadas. Dentro de suas Caixas de Transportes eles podem ser colocados dentro de casa até que estejam mais calmos, sem correr o risco de se machucarem tentando fugir ou se esconder.

ESCOLHA DO TAMANHO:

É preciso fazer algumas medições no seu peludo para encontrar o tamanho adequado da caixa. Ela deve ser suficientemente grande para seu cão sentar, se virar e deitar confortavelmente, mas não muito maior do que isso.

Para encontrar o melhor tamanho para o seu peludo considere:

- Altura: medida do chão até o alto da cabeça do cachorro sentado + 3 cm
- Comprimento: medida do focinho até a base do rabo + 3cm
- Largura: medida do chão até a altura dos ombros do cachorro em pé + 3cm
- Peso: Leve também em consideração o peso máximo suportado por cada tamanho de caixa.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Os 7 maiores problemas dos animais


Brigas

Arranca-rabos estão relacionados ao temperamento do animal, mas um dono de pulso firme consegue fazer até um pitt bull virar amigo de um rottweiler.

Como evitar: mostre quem é que manda na situação - você! No caso dos cães, fale com autoridade e repreenda com seriedade. Não bata, pois isso não é necessário, eles entendem muito bem as expressões e o tom de voz de quem está zangado. Para os gatos, borrife água no focinho ou jogue uma lata cheia de moedas no chão, para que o barulho incomode. Pequenos agrados, como afagos ou petiscos, funcionam para todos.

Xixi fora do lugar

Os bichos usam essa técnica como forma de protesto. Gatos, por exemplo, detestam ter de fazer as necessidades na caixa de areia suja. Já os cães resolvem presentear a família com um "laguinho amarelo" quando se sentem deixados de lado. E não podemos nos esquecer dos machos que, quando não castrados, tendem a demarcar território.

Como evitar: primeiro, reflita sobre o que deve estar provocando essa revolta no seu amigo. Depois, invista no processo de condicionamento: dê bronca na hora certa e recompense o bom comportamento com algum agrado. 

Miados e latidos de madrugada

Esse carnaval noturno geralmente sinaliza um distúrbio físico. Ou você já viu um bicho saudável preferir esgoelar a noite inteira em vez de dormir? Vale lembrar que animais idosos podem ficar mais inquietos durante a madrugada, então eles precisam de tratamento específico.

Como evitar: leve o "cantor" a uma consulta veterinária. Para os vovôs, há medicações que facilitam a oxigenação cerebral, proporcionando uma velhice mais confortável. 

Destruição da casa

Para um bicho de estimação que passa horas sozinho, todos os móveis e objetos do recinto correm o risco de virar diversão. Os gatos, inclusive, precisam afiar as unhas em algum lugar, é uma necessidade física. Sem arranhador por perto, alguém tem dúvida de que pode sobrar para o sofá?

Como evitar: apesar de ser uma tarefa complicada, as pet shops oferecem produtos para ensinar a seu mascote o que deve ou não terminar no lixo. Só não vale persegui-lo por ter mastigado seu carregador de celular, porque isso o incentivará a repetir o feito para chamar atenção. 
Passeio arrastados
Donos que permitem tudo criam cães líderes que acham que mandam até na velocidade do passeio.

Como evitar: mantenha distância das coleiras peitorais. Um animal contido pelo pescoço tem mais condição de compreender os comandos, que precisam ser ditos com firmeza. Em pouco tempo, eles entendem que uma puxadinha mais forte na guia significa que ele deve parar ou mudar de sentido. E que, quando você a traciona, quer que ele se sente e fique quieto. É fácil! 

Roubo de roupas do varal

Enquanto você está no trabalho, o pobre do cão está lá sem nada para fazer. Então sua calça favorita começa a balançar, convidando-o a aprontar. Conte até três e a traquinagem terá virado um hábito. A intenção não é destruir, é só ter algo com o que brincar.

Como evitar: você pode pedir férias no trabalho para vigiar o animal em período integral. Ou garantir que não faltem brinquedos para ele se entreter. A última alternativa é bem mais viável, certo? Existe ainda a opção de adotar um amiguinho para lhe fazer companhia. 
Acasalamento com a perna das visitas
Até 1 ano de idade, os "calores" da puberdade costumam ser a causa do entusiasmo, e os animais acham graça no ato constrangedor. A partir dessa idade, o problema se complica, porque a libido exagerada está ligada ao alto nível de hormônios.

Como evitar: um convite para outro tipo de brincadeira basta para mudar o foco dos filhotes e fazer com que esqueçam a provocação. Adultos precisam ser castrados. Há também remédios de base hormonal, para machos e para fêmeas, que resolvem o mico em cinco ou seis dias de tratamento. 






Limpeza de Tártaro

O que é o tártaro?
O cálculo dentário, também chamado tártaro, é um dos sintomas da doença periodontal. Ela inicia-se com o acúmulo de placa, onde as bactérias vão se organizando e produzindo toxinas irritantes que causam gengivite. Como o animal não escova os dentes, essa placa vai se acumulando e calcificando, formando o tártaro.

... Quais são as conseqüências?
Com o calcificação dessa placa, mais bactérias se aderem e começam a afetar os tecidos de suporte do dente, como o osso alveolar. Além de o animal correr o risco de perder esses dentes afetados pela doença periodontal, o local da lesão serve como fonte de contaminação para o organismo, podendo atingir órgãos vitais como coração, fígado e rins

O que se pode fazer?
A doença periodontal não tem cura, mas pode ser controlada. O primeiro passo após a instalação da doença é o tratamento periodontal, que é diferente de uma simples "limpeza de tártaro". Qual é a diferença? A limpeza de tártaro é feita com o animal acordado ou sedado, é muito mais rápida, mas é insuficiente. O principal problema na doença periodontal é a parte do dente que fica "escondida" pela gengiva, local que só se consegue acessar com o animal sob efeito de anestesia geral.

O que é o tratamento periodontal?
Para se realizar um tratamento realmente eficiente, o animal deve ser submetido à anestesia geral. A partir desse momento, os dentes são examinados um a um e são realizadas radiografias intra-orais para avaliar a parte óssea. O cálculo é removido com um aparelho de ultra-som (tanto acima quanto abaixo da gengiva) e, muitas vezes, é necessário fazer outros procedimentos, como aplainamento radicular, extrações e até mesmo retalho gengival. Após a raspagem, os dentes são polidos com motor de baixa rotação, utilizando uma pasta especial. Esse procedimento deixa os dentes mais lisos, diminuindo o acúmulo de placa.

E os riscos anestésicos?
Essa é a pergunta mais freqüente dos proprietários. Hoje em dia, com os recursos disponíveis, os riscos anestésicos são muito pequenos. O animal é entubado e recebe anestesia inalatória, com drogas que oferecem grande segurança. Além disso, durante todo o procedimento são monitoradas as funções vitais do animal, como pressão arterial e freqüência cardíaca e respiratória, como em um centro cirúrgico humano.

É possível prevenir?
Estão disponíveis no mercado ossinhos artificiais, biscoitos e até rações especiais que ajudam a prevenir o acúmulo de placa bacteriana, porém, o melhor método é a escovação dos dentes. Existem dentifrícios de uso veterinário com sabores (carne, frango e outros) que facilitam o condicionamento dos animais. Além disso, são recomendadas visitas anuais a um veterinário especializado em odontologia para a realização de profilaxias.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

GESTAÇÃO E PARTO


Acompanhar a gestação
A gestação nas cadelas, dura em torno de 55 a 65 dias, ou seja, de sete a nove semanas. O que vai depende de fatores, como o número e tamanho dos filhotes. A ultra-sonografia confirma a gestação, mostra o número de fetos e sua posição no útero, e ainda é importante ferramenta para acompanhar o desenvolvimento dos filhotes.

30 dias - Pode ser feito diagnóstico através de palpação
35 dias - Observa-se o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Aumento acentuado de peso
40 dias - Abdome está maior
45 dias - Radiografia evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros
49 dias - A cabeça dos fetos é palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias.

A partir da 8ª semana de gestação (56 dias), o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura.

Nas três últimas semanas - média de 40 dias de gestação
A alimentação deve ser reforçada. O uso de ração balanceada, de boa qualidade e de formulação para filhotes e fêmeas em gestação, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários, sem os suplementos extras. Durante a gestação, devido a ação do hormônio progesterona, o tempo de esvaziamento gástrico da cadela aumenta. Mas, ao mesmo tempo, a mobilidade gástrica diminui conforme o estômago é deslocado pelo útero em crescimento. Portanto o ideal é que se forneça a alimentação em pequenas porções, várias vezes ao dia, facilitando a digestão.

Duas semanas antes do parto - média de 46 dias de gestação
Prepare o local que a cadela irá ter seus filhotes. Estimule-a a deitar e dormir nele. Isso a deixará mais segura na hora do parto.

Uma semana antes do parto - média de 53 dias de gestação
É comum, nas fêmeas em primeira gestação, ocorrer secreção aquosa nas glândulas mamarias. É normal que no final da gestação a cadela perca o apetite, principalmente quando está próximo da hora do parto.

Esteja com tudo preparado:
• A caixa ou local para a cadela ter seus filhotes
• Jornais para manter o local limpo durante o trabalho de parto
• Lixeira para os jornais sujos e materiais que serão usados durante o parto
• Separe uma caixa menor, forrada com toalha macia, para colocar os filhotes enquanto a mãe está em trabalho de parto dos demais.
• Relógio para controlar o tempo de parto
• Caso esteja frio, coloque um abajur ou instalação elétrica, com uma lâmpada de 100w próxima a caixa dos filhotes
• Caso esteja calor, coloque um ventilador para a mãe
• Fio dental e tesoura, afiada e esterilizada, para amarrar e cortar os cordões umbilicais.
• Anti-séptico para desinfetar o cordão umbilical cortado
• Toalhas e panos macios para serem trocados duas vezes ou mais ao dia, na caixa ou abrigo da mãe e filhotes.

A hora está chegando
Os primeiros sinais aparecem nas 48 horas antes do parto, quando começa a produção de colostro pelas glândulas mamarias e a fêmea faz um "ninho". A descarga vaginal acontece 12 horas antes. E então a temperatura aumenta um grau, sendo que a temperatura normal do cão é em torno de 38,9 a 39,9 graus. É bom entrar em contato com o seu veterinário e deixá-lo de sobreaviso, caso você precise de ajuda.

Quando chega a hora do parto as fêmeas demonstram desconforto. Elas não encontram posição para se deitar e dormir. Respiram de forma acelerada como se estivessem com dor. Lambem e olham para a vulva. Recusam a comida e procuram o seu "ninho". As contrações podem ser observadas nos músculos das costas, num movimento descendente.

Se ela quiser sair e caminhar vá junto. Caminhar ajuda no trabalho de parto, mas é preciso sempre estar atento para que nenhum filhote nasça no chão e ninguém veja. Principalmente se estiver escuro.

Após o começo das contrações pode levar até 4h para a saída do primeiro filhote. Se até esse tempo nenhum filhote nascer, procure logo seu veterinário. É importante observar o comportamento da fêmea - presença de contrações, estado geral da mãe e dos filhotes ao nascerem. Qualquer sinal de apatia, falta de contrações uterinas ou contrações sem a saída do feto indica problemas e o veterinário deve ser procurado imediatamente.

Entre as causas de atonia de útero estão: insuficiência de cálcio, déficit energético, fetos muito grandes e obesidade, partos muito prolongados. O intervalo entre os nascimentos pode ser de 15 minutos à uma hora, mais do que isso chame o seu veterinário.

O trabalho de parto
Para a saída do filhote, a bolsa de água aparece e normalmente se rompe, então o filhote sai de dentro dela. A placenta pode ou não se soltar nessa hora. Nunca puxe o filhote, porque você poderá causar nele uma hérnia umbilical. Espere ela se soltar. Se a mãe não cortar o cordão você terá que fazê-lo, usando fio dental e tesoura esterilizada. Depois passe um anti-séptico, como iodo. Importante também é contar o número de placentas. Elas devem corresponder ao número de filhotes, caso não ocorrer é porque houve retenção. E precisa ser tratado, pois a mãe corre o risco de ter uma séria infecção uterina.

Recepção dos filhotes
Você pode ajudá-la a limpar os filhotes com uma toalhinha macia, enxugando-os até que chorem. Esfregá-los, ao mesmo tempo em que limpa ajuda a estimular a respiração. Se isso não fizer o filhote respirar e chorar, segure-o firme de cabeça para baixo, protegendo sua cabeça e pescoço, e balance-o. A força centrífuga irá ajudar a retirar o muco da garganta e narinas dele, para que ele possa respirar.

No intervalo entre os nascimentos, deixe os filhotes mamarem o colostro, pois é muito importante para a saúde e imunidade contra infecções, e ainda ajuda nas contrações e no trabalho de parto da mãe. Quando as contrações recomeçarem, coloque-os separados da mãe.

Depois do parto
• A cadela se acalma, sua respiração volta ao normal e param as contrações
• Limpe tudo, passe um pano úmido na cadela para limpá-la e fazê-la se sentir melhor
• Alimentação ideal pós-parto deve ser leve e líquida - ofereça água e algo como caldo de galinha com arroz
• A cadela deve ficar com os seus filhotes em local calmo e tranqüilo
• T
emperatura ambiente constante por volta de 32 graus e sem correntes de vento
• Nos dias seguintes, o alimento deve continuar a ser balanceado e fortalecido - há rações próprias para aleitamento, nos mercados e Pet Shops.
• Deve-se oferecer também bastante água fresca para ajudar na produção de leite
• A mãe deve ficar sempre junta dos filhotes para lhes fornecer calor
• É bom observar se ela toma o cuidado de não sentar ou deitar sobre eles

As mães de primeira viagem podem ficar confusas durante e após o parto. Você precisará ter firmeza, paciência e muito carinho com ela, ajudando no parto, no cuidado com os filhotes e na amamentação.

Primeiras horas e dias
24 horas: É muito importante que todos os filhotes recebam o colostro e sejam examinados pelo veterinário.
Após 24 a 48 horas: A secreção vaginal pós-parto começa a diminuir e a clarear.
8 a 10 dias: olhos abrem
3 a 17 dias: início da audição

Curiosidades
• O filhote é expulso, ainda envolvido na bolsa amniótica
• A mãe abre a bolsa com os dentes e puxa-a para baixo
• A cadela corta o cordão umbilical e lambe o filhote
• Ao lambe-lo, estimula a circulação
• Os filhotes encontram os mamilos da mãe por instinto

domingo, 3 de fevereiro de 2013

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS


Proclamada pela UNESCO em sessão
realizada em Bruxelas em 27 de janeiro de 1978

Preâmbulo:
Considerando que cada animal tem direitos;
considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos levaram e continuam a levar o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais;
considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo;
considerando que genocídios são perpetrados pelo homem e que outros ainda podem ocorrer;
considerando que o respeito pelos animais por parte do homem está ligado ao respeito dos homens entre si;
considerando que a educação deve ensinar à infância a observar, compreender e respeitar os animais,
Proclama-se:

Art. 1
Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência.

Art. 2
a) Cada animal tem o direito ao respeito.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.

Art. 3
a) Nenhum animal deverá ser submetido a maus-tratos e atos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.

Art. 4
a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de reproduzir-se.
b) A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a este direito.

Art. 5
a) Cada animal pertencente a uma espécie que vive habitualmente no ambiente do homem tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
b) Toda modificação deste ritmo e destas condições impostas pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.

Art. 6
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida conforme a sua natural longevidade.
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Art. 7
Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade do trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Art. 8
a) A experimentação animal que implica um sofrimento físico e psíquico é incompatível com os direitos do animal, seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
b) As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9
No caso de o animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.
Art. 10
a) Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
b) A exibição dos animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art. 11
O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Art. 12
a) Cada ato que leva à morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
b) O aniquilamento e a destruição do ambiente natural levam ao genocídio.

Art. 13
a) O animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como fim mostrar um atentado aos direitos do animal.

Art. 14
a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser representadas em nível de governo.
b) Os direitos do animais devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.

UNESCO


Fonte: http://www.natureba.com.br/

Tráfico de Animais Silvestres

O animal silvestre, diferente do animal doméstico, é aquele que vive distante do ser humano e em seu habitat natural, assim como ocorre com a fauna presente nas florestas nativas. Animais como papagaio, arara e o jabuti são espécies silvestres.
Segundo a Lei 5.197/67, a fauna silvestre é referida como:
“Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento que vivem naturalmente fora do cativeiro”.
Na Lei 9.605/98, no artigo 29, parágrafo 3, “são espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro, ou em águas jurisdicionais brasileiras”.
Essas espécies sofrem com as investidas do tráfico de animais silvestres, uma prática de comércio ilegal que comercializa essas espécies no Brasil e, principalmente, no mercado estrangeiro. Em todo o mundo, estima-se que o tráfico de animais silvestres movimente mais de 10 bilhões de dólares, perdendo somente para o tráfico de drogas e de armas.
No Brasil, o tráfico de animais é a terceira maior atividade criminosa, movimentando aproximadamente cerca de 1,5 bilhões de dólares ao ano, e o no nosso país significa entre 10 e 15 % de todo o comércio mundial. O tráfico ameaça as espécies, sobretudo, que já se encontram em nível de ameaça de extinção.
Cada animal é importante na manutenção de um determinado ecossistema e ajudam na manutenção do equilíbrio da natureza, por fazerem parte do extenso equilíbrio ecológico. A conscientização contra o tráfico tem sido realizado pelo poder público, pelas instituições estatais, privadas e do terceiro setor.
Há o entendimento que a diminuição do tráfico interno, reduz a prática da exportação ilegal desses animais para o exterior, considerando os traficantes de animais verdadeiros intermediários do comércio ilegal aos traficantes receptores em outros países.
A principal rota do tráfico no Brasil se concentra nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde há redes organizadas e instruídas para burlar o sistema de fiscalização implantado nas rodovias e em aeroportos. No Brasil, essas espécies são compradas no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os traficantes costumam transportar as espécies por meio de caminhões, ônibus e carros particulares. Na maioria das vezes, os animais são maltratados viajando em péssimas condições, sem alimentação, hidratação e sem ventilação. Num grupo de 10 espécies capturadas, em média, nove morrem antes de completarem a rota.

Fontes:
http://www.natureba.com.br/trafico-animais-silvestres.htm
http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/animais_silvestres/
http://www.pea.org.br/crueldade/trafico/index.htm

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O melhor cão de guarda


A escolha da raça adequada oferece um
poderoso aliado na segurança da casa


Agressivo, barulhento ou com cara de mau, o cachorro é a única defesa contra ladrões na maioria dos lares brasileiros. Eles já são 25 milhões no país – um para cada sete pessoas. Não é por acaso. O cão de guarda eficiente é muito mais que um animal que ataca invasores. O ideal é que ele espante os intrusos antes que se animem a pular o muro. Muitas vezes, basta uma aparência que amedronte ou um latido vigoroso. Mas a escolha da raça mais adequada tem de ser feita com cuidado. Nem sempre o melhor amigo do homem é o melhor segurança. O cão de guarda eficiente deve saber obedecer ao proprietário, caso contrário pode tornar-se uma ameaça. Animais de raças como rottweiler, pastor alemão e fila tendem a ser agressivos se não tiverem tratamento correto desde pequenos.
O cruzamento entre raças diferentes não cria aberrações, mas fica mais difícil controlar o comportamento do cão porque as características herdadas são, em parte, desconhecidas. É importante que o dono mantenha contato amigável com o cachorro desde cedo. Por isso, os adestradores incentivam e ensinam o proprietário a realizar o treinamento. Despertar no animal o senso de convivência ajuda a prevenir um temperamento imprevisível. Um segredo é acostumá-lo com pessoas de idade, personalidade e aparência diferentes. A procedência é outro aspecto essencial. Antes de levá-lo para casa, é preciso saber de onde vem. Por isso é tão importante o certificado do pedigree. A escolha do filhote certo exige cuidado. Os especialistas em adestramento ensinam que o melhor animal não é o filhote brincalhão nem o mais tímido. O meio-termo é a melhor opção. A comparação entre as raças, no quadro ao lado, pode ajudar na escolha de um bom guardião para sua casa.
 
PASTOR ALEMÃOCaracterísticas: a raça foi criada especialmente para defesa de propriedades, companhia, guia de deficientes e atividades policiaisVantagens: reage com eficácia às agressões. Late sem parar e muito alto. Atento, percebe rápido o invasor. É obediente e tem bom potencial de intimidação. Adapta-se bem a todo tipo de clima, em espaços médios e pequenosDesvantagens: com sua popularização, muitos exemplares foram deturpados por cruzamentos malfeitos. Houve perda de características originais da raça, o que resultou num temperamento mais instável. Requer cuidados especiais com a pelagem
Sociabilidade: se tiver 
boa procedência, é apegado à família e mostra disposiçãopara aturar brincadeiras das crianças. Contudo, convém não abusar
Preço do filhote
400 a 1 500 reais

ROTTWEILERCaracterísticas: é musculoso, ágil e resistente. Pesa de 42 a 50 quilos. Desconfiado e com temperamento muito forte. Os ancestrais do rottweiler eram usados para conduzir o gado. No começo do século XX, foi considerado ideal para otrabalho policial
Vantagens:
 é ótimo cão de guarda. Assim como o pastor, adapta-se bem a ambientes e espaços reduzidos
Desvantagens: precisa 
que o dono se imponha. Ele é tão seguro que tende a desafiar até mesmo o tratador. Sofre alta incidência de câncer, por causa do cruzamento genético que origina a raça
Sociabilidade: bem 
tratado, pode ser um companheiro, mas é preciso cuidado – sobretudo com crianças
Preço do filhote
400 a 1 500 reais

DOBERMANNCaracterísticas: cão de tamanho médio, inicialmente o dobermann foi usado quase que exclusivamente como guarda e vigia. Mais tarde, passou a ser utilizado também como policial e cão de guerraVantagens: excelente cão de guarda, intimida o invasor pelo porte e pelo latido e responde rápido a qualquer estímulo. Reage com violência a agressões. É muito ágil e facilmente adestrável
Desvantagens: pode ser um pouco teimoso e não se dá muito bem com outros animais
Sociabilidade: pode ser 
criado em casa e até brincar com as crianças, desde queesteja acostumado a elas
Preço do filhote
700 a 2 000 reais

FILA BRASILEIROCaracterísticas: a raça surgiu do cruzamento de cães trazidos pelos holandeses, em 1631, com animais jáencontrados no Brasil. Posteriormente, sofreu modificações para ser usada em guarda, caça e pastoreio
Vantagens: autoconfiante e destemido, 
impressiona pelo tamanho e latidoDesvantagens: não é um cão muito ativo. Pode ser um pouco teimoso e não se dá muito bem com outros animais. Não tem boa percepção dos estímulos à voltaSociabilidade: costuma respeitar as pessoas da casa, mas não se deve abusar. É reservado com estranhos e um ataque pode ser fatalPreço do filhote400 a 800 reais

BOXERCaracterísticas: a raça descende de uma linhagem de cães conhecidos por toda a Europa desde o século XVI. O boxer era usado inicialmente como cão de lutas. Com o tempo, foi reconhecido como ótimo cão de guardaVantagens: está sempre alerta. Bom cão de companhia. Adapta-se bem a espaços pequenos e médios. Tem ótima audição, o que lhe permite detectar o local exato da invasão
Desvantagens: detesta conviver 
com outros animaisSociabilidade: tem boa convivência com crianças
Preço do filhote300 a 800 reais

DOGUE ALEMÃOCaracterísticas: de porte grande, é amistoso, ativo, obediente e reservado com estranhosVantagens: bom cão de guarda e de companhia. Convive muito bem com outros cachorrosDesvantagens: seu tamanho intimida, mas é muito
manso para a função de guarda. Necessita 
de grande quantidade de alimento e espaçoSociabilidade: dá-se bem com os donos
Preço do filhote
300 a 800 reais

Sorria! Cuide bem do seu gatinho!